У нас вы можете посмотреть бесплатно A bomba relógio do SPFC começa a correr nas mãos de Massis. É necessário rapidez para desarma-la. или скачать в максимальном доступном качестве, видео которое было загружено на ютуб. Для загрузки выберите вариант из формы ниже:
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As ações imediatas que Harry Massis precisa tomar no cargo de presidente do SPFC e as consequências caso elas não sejam tomadas. Na leitura política do clube, Massis precisa efetivar ações a curto prazo, principalmente na gestão administrativa, financeira e do futebol do São Paulo. Demissões de Rui Costa, Márcio Carlomagno, Francisco Moretto, Dedé, Sérgio Pimenta, Roberto Armelin, Érica Duarte, José Eduardo Martins e Eduardo Toni são tratadas como ações sinequanon para opositores e dissidentes (os mesmos que colocar 188 votos a favor do Impeachment de Casares) manterem apoio a sua administração. A colaboração do SPFC para as investigações da Polícia Civil e MP também são tratadas como PRIORIDADE. Caso elas não sejam efetivadas, Massis será rapidamente interpretado como "continuidade de Casares" e dificilmente terá sustentação no cargo. Algumas pessoas me confidenciaram que Massis não chegaria como presidente em Abril caso essa "limpa" não seja efetivada. Massis em suas primeiras 60 horas como presidente do SPFC já tomou algumas ações assertivas, como se reunir com o elenco de FORMA ISOLADA (sem RUI e CARLOMAGNO), afirmando que não haverá mais a cultura de normatização de dever jogador, como também resolverá o mais rápido possível os 3 meses de imagem atrasados. Alguns atletas, segundo apurações, sentiram confiança na postura do novo mandatário tricolor. Todavia, o São Paulo precisa de pressa, com ações sendo tomadas de forma rápida, precisa e direta. Esse é o anseio do torcedor e, principalmente, daqueles que Impicharam Casares no conselho. O quadro social, em sua maioria, pensa da mesma forma. Massis precisara agir de forma independente, não dando voz, palanque ou atenção exagerada a nomes que querem fazer com ele o mesmo que Douglas, Dedé e outros fizeram com Casares (no caso do Harry, os nomes são Leonardo Serafim e Marcelo Pupo, de históricos bem questionáveis no SPFC). Entendo que ser vice no Brasil para qualquer cargo é ter um cargo decorativo e sem relevância. Contudo, Harry Massis agora é PRESIDENTE e tem que tomar ações como tal. A omissão ou demora em atitudes conforme as citadas nesse texto poderá acarretar em uma abreviação da sua administração e, consecutivamente, na antecipação das eleições e em um novo CAOS no São Paulo. Torço e espero que tudo isso não aconteça. Pelo bem do São Paulo Futebol Clube e de seu sofrido torcedor.