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Na Parte 1 da obra Ética, Baruch de Espinosa estabelece os fundamentos de sua filosofia por meio de uma abordagem rigorosamente geométrica, inspirada nos métodos da matemática. Ele começa definindo conceitos essenciais como substância, atributo e modo e, a partir deles, constrói sua concepção de Deus, que é o centro de toda a sua metafísica. Para Espinosa, Deus é a única substância existente, absolutamente infinita, composta por infinitos atributos, embora o ser humano conheça apenas dois: o pensamento e a extensão. Deus não é um ser pessoal ou transcendente, como nas tradições teístas, mas sim a própria natureza — Deus sive Natura ("Deus ou Natureza"). Isso significa que tudo o que existe é uma manifestação ou modo de Deus; nada pode existir ou ser concebido fora dele. Entre as principais características de Deus, segundo Espinosa, estão: — Deus existe por si mesmo, não depende de nada externo para existir. — Deus não muda, pois é perfeito e eterno. — Deus age por necessidade da sua própria natureza, não por vontade ou escolha. — Deus é causa de tudo o que existe, tanto no plano das ideias quanto no plano físico. — Deus possui infinitos atributos, cada um expressando sua essência eterna e infinita. Espinosa rejeita a ideia de um Deus antropomórfico que intervém no mundo ou que possui paixões. Em vez disso, propõe uma visão racional e impessoal da divindade, em que tudo ocorre segundo leis eternas e necessárias. Essa concepção tem implicações profundas para a liberdade humana, a moral e a compreensão do universo, que ele desenvolve nas partes seguintes da Ética. Para Espinosa, somos livres quando entendemos as causas dos nossos afetos e agimos guiados pela razão, não pelas paixões. Conhecer Deus (ou a Natureza) é o caminho para a liberdade, pois nos permite aceitar o mundo como ele é, sem ilusões ou revoltas. A felicidade, portanto, não vem da sorte ou da vontade divina, mas do esforço em compreender a realidade e viver de acordo com ela. Espinosa chama isso de amor intelectual a Deus, uma alegria que nasce da contemplação racional da ordem do universo. Se você gostou, curta esse vídeo, comente e compartilhe. Até o próximo vídeo!