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Parceiro de Nem, ex-marido de Bibi Perigosa, conta detalhes de como é o tráfico de drogas. Juras de amor na areia da praia, beijos. Declarações incontidas. Nada mais natural do que divulgar um vídeo desses na internet. Não fosse a moça apaixonada a mulher de um dos homens que chefiou o tráfico de drogas na Favela da Rocinha, na zona sul do Rio de Janeiro. "Porque a minha mulher, ela é assim, cara. Sabe aqueles homens que não conseguem controlar a mulher? Sou eu com a minha mulher, cara. Eu tento controlar ela, mas é muito difícil", admite. Graças às fotos e vídeos que a mulher dele publicou na rede, o traficante Saulo de Sá Silva foi localizado e preso em 2008, na Praia de Maragogi, em Alagoas. A gravação desta conversa informal de Saulo com policiais civis do Rio, logo depois de sua prisão, foi obtida com exclusividade pelo Fantástico. Saulo, que aparece de costas para a câmera, revela o número de pessoas recrutadas pela quadrilha na comunidade. Policial - O contingente de pessoas envolvidas no tráfico da Rocinha. Você estima em quantas pessoas? Saulo - Umas 300 pessoas diretamente, umas 500 indiretamente. muita gente. Saulo, que já foi carteiro e estudou até o terceiro ano da faculdade de matemática, foi o responsável pela profissionalização do negócio de venda de drogas na Rocinha. Inclusive adotando a internet como o principal meio de comunicação entre os integrantes da quadrilha. Ele era o grande parceiro do traficante Nem. Sempre fiz tudo para funcionar o negócio bem, até pelo Nem mesmo. A gente é irmão de pensamento. O próprio Saulo dizia que o tráfico de drogas na Rocinha era uma grande bagunça antes da chegada dele. Ninguém sabia direito quanto dinheiro entrava ou saía. Saulo adotou conceitos contábeis como fluxo de caixa e controle de estoque. E, para aumentar os lucros, instalou laboratórios de refino de pasta base de cocaína. O azeitado esquema de gerenciamento montado por ele foi deixado para seu sucessor, o traficante Nem. Em 2007, a polícia carioca estourou o laboratório do tráfico na Rocinha, o primeiro do Rio de Janeiro. Dois anos depois, uma longa investigação desvendou a estratégia usada pelos traficantes para obter produtos químicos usados no refino. Mais de mil moradores da comunidade foram recrutados para ir às lojas especializadas e comprar esses produtos em pequena quantidade, sem despertar suspeitas. A polícia filmou tudo, seguiu as pessoas, e chegou a mais um laboratório improvisado. Parte do lucro era usada para reforçar o arsenal da quadrilha com armas de guerra. Saulo: Eu comprei uma bazuca. O cara falou que tinha. mandei dinheiro, ele mandou. Policial: Quantos fuzis você acha que tem na rocinha? Saulo: Mais de 100, eu acho. Foi Saulo quem modificou o sistema de armazenamento das armas. Em vez de guardá-las todas em um só lugar, cada soldado do tráfico passou a ser responsável pelo seu próprio fuzil. Um truque para evitar uma apreensão em massa. Condenado a 18 anos de prisão por tráfico de drogas, Saulo está preso no Complexo Penitenciário de Bangu, no Rio de Janeiro. A agora ex-mulher dele, Fabiana da Silva, que é dona de uma loja na Rocinha e se identifica como Bibi Perigosa, continua divulgando mensagens na internet diariamente. Ontem, por exemplo, ela escreveu sobre a operação policial na comunidade: "Dá medo saber que eles vão entrar e a gente vai ficar aqui à noite, sem ninguém, vendo o que esta acontecendo". Fonte globo.com