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A técnica do grupo operativo de Pichon-Rivière pressupõe uma tarefa explícita (aprendizagem, diagnóstico ou tratamento), a tarefa implícita (o modo como cada integrante vivencia o grupo) e o enquadre que são os elementos fixos (o tempo, a duração, a frequência, a função do coordenador e do observador). Para ele, o processo grupal se caracteriza por uma dialética na medida em que é permeado por contradições, sendo que sua tarefa principal é justamente analisar essas contradições. O autor utiliza uma representação de um cone invertido para mostrar o movimento de estruturação, desestruturação e reestruturação de um grupo. O cone invertido é uma representação gráfica em que estão incluídos seis vetores de análise articulados entre si, que possibilitam verificar os efeitos da mudança: 👉🏻 pertença consiste na sensação de sentir-se parte 👉🏻 cooperação consiste nas ações com o outro 👉🏻 pertinência na eficácia com que se realizam as ações 👉🏻 comunicação pode ser caracterizada como o processo de intercâmbio de informação 👉🏻 aprendizagem como a preensão instrumental da realidade 👉🏻 tele – palavra de origem grega – como a distância afetiva (positiva-negativa) A mudança, que é o objetivo primordial de todo grupo operativo, envolve todo um processo gradativo, no qual os integrantes do grupo passam a assumir diferentes papéis e posições frente à tarefa grupal. A tarefa é a trajetória que o grupo percorre para atingir seus objetivos, ela está relacionada ao modo como cada integrante interage a partir de suas próprias necessidades. Compartilhar essas necessidades em torno dos objetivos comuns do grupo pressupõe flexibilidade, descentramento e perspectiva de abertura para o novo. Quando o grupo aprende a problematizar as dificuldades que emergem no momento da realização de seus objetivos, podemos dizer que ele entrou em tarefa, pois a elaboração de um projeto comum já é possível e este grupo pode passar a operar um projeto de mudanças. "Em tempos de incerteza e desesperança, é essencial criar projetos coletivos para planejar a esperança em conjunto com os outros”. BASTOS, Alice Beatriz B. Izique. A técnica de grupos-operativos à luz de Pichon-Rivière e Henri Wallon. Psicol inf., São Paulo , v. 14, n. 14, p. 160-169, out. 2010. VINCHA, Kellem Regina Rosendo; BOGUS, Cláudia Maria; CERVATO-MANCUSO, Ana Maria. Possibilidades de atuação profissional em grupos educativos de alimentação e nutrição. Interface (Botucatu), Botucatu , v. 24, 2020. #GruposOperativos #Pichon-Riviere #PsicologiaSocial