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Aleijadinho Foi Quebrado — Virou Arma Em Congonhas do Campo (Minas Gerais), no ano de 1800, um dos maiores nomes do barroco brasileiro começou a transformar a própria dor em eternidade: Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho (c. 1738–1814). Neste vídeo, eu te levo para dentro de uma narrativa tensa e investigativa, inspirada em documentos, rumores e no clima brutal do Brasil colonial, quando a fé, o ouro e a violência andavam juntos. Você vai entender por que Aleijadinho (gênio?) virou símbolo de um tempo em que corpos eram descartáveis e a arte era usada como vitrine de poder. No Santuário do Bom Jesus de Matosinhos, os Doze Profetas em pedra-sabão começaram a ser executados em 1800 e foram concluídos em 1805, criando um “tribunal” de pedra acima da vila. E antes disso, sua oficina também trabalhou nas cenas dos Passos da Paixão (as 66 figuras das capelas), iniciadas a partir de 1796. A promessa aqui é simples: revelar o que normalmente fica fora da história escolar — o conflito entre arte, racismo, exploração e a engrenagem colonial que tentava apagar nomes, memórias e provas. Para dar contexto real, visitamos o cenário histórico de Vila Rica (hoje Ouro Preto) e a lógica da administração do quinto real, além de mencionar acervos e registros preservados em instituições ligadas ao período, como o arquivo do Museu da Inconfidência, que reúne inventários, testamentos e processos criminais do Brasil colonial. E tem mais: o próprio Santuário de Congonhas foi reconhecido oficialmente como patrimônio federal pelo IPHAN em 1939 e entrou na lista de Patrimônio Mundial da UNESCO em 1985 — prova de que essa história atravessou séculos. Se essa investigação te prender, deixa o like, comenta de onde você está assistindo e se inscreve — porque cada inscrição ajuda a continuar desenterrando histórias que o tempo (e o poder) tentou sufocar. #brasilcolônia #ouropreto #históriadobrasil #brasilcolonial