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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou, nesta terça-feira (27), a veracidade da reportagem publicada pelo portal Metrópoles que o vincula a encontros com o banqueiro Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master, e o então presidente do Banco de Brasília (BRB), Paulo Henrique Costa. Segundo a matéria, Moraes teria ido pelo menos duas vezes à mansão de Vorcaro, em Brasília, uma delas para se encontrar com Costa em meio a negociações para a compra do Banco Master pelo BRB. Em nota divulgada pela assessoria de imprensa do STF, Moraes classificou a notícia como “falsa e mentirosa”, afirmando que tal reunião nunca ocorreu. O ministro ainda disse que a divulgação dessas informações faz parte de um “padrão criminoso de ataques desqualificados contra os integrantes do Supremo Tribunal Federal”. Ele não comentou outros trechos da reportagem, como sua suposta presença na residência de Vorcaro em outras ocasiões, inclusive durante as eleições norte-americanas de 2024. O portal Metrópoles afirmou que as informações são baseadas no relato de quatro testemunhas que teriam presenciado o encontro. Já Daniel Vorcaro e Paulo Henrique Costa preferiram não comentar o assunto. A assessoria do STF reiterou que todas as acusações sobre reuniões entre Moraes e representantes do Banco Master ou do BRB são infundadas. Além das denúncias envolvendo o ministro Moraes, o banco Master também aparece em investigações da Polícia Federal sobre suspeitas de fraudes na venda de carteiras de crédito ao BRB, o que levou à liquidação extrajudicial da instituição pelo Banco Central. Outro desdobramento destacado nas reportagens foi a revelação de contratos milionários do banco com escritórios de advocacia ligados a familiares de autoridades, como o contrato de R$ 129 milhões com o escritório da esposa de Moraes e o acordo de R$ 250 mil mensais com o escritório da família do ex-ministro da Justiça Ricardo Lewandowski. Ambos confirmaram os contratos, alegando atuação legítima e sem relação com as investigações e decisões sobre a liquidação do banco. O caso segue em apuração pelas autoridades competentes, enquanto o STF afirma manter total transparência sobre as questões levantadas pelas matérias jornalísticas.