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Durante entrevista ao Panorama 95, o médico veterinário Robinson Góes explicou que o criptorquidismo — condição em que um ou os dois testículos não descem para a bolsa escrotal — é um problema relativamente comum em animais, principalmente em cães, podendo também ocorrer em gatos. Segundo ele, a situação deve ser observada até os seis meses de idade do animal, período em que os testículos normalmente já deveriam estar posicionados na bolsa escrotal. Quando isso não ocorre, o testículo pode ficar retido no canal inguinal ou até na cavidade abdominal. A condição tem origem principalmente genética e pode ser transmitida para os filhotes, razão pela qual não é recomendado utilizar esses animais para reprodução. O veterinário destacou que, além de comprometer a fertilidade, o problema pode trazer riscos à saúde do animal, como aumento da produção de testosterona, alterações comportamentais, hiperplasia prostática e até o desenvolvimento de câncer nos testículos retidos. O tratamento indicado é a remoção cirúrgica do testículo ou dos testículos que não estão na bolsa escrotal, procedimento que também evita a transmissão da característica genética. Robson Góes orienta que, ao perceber qualquer alteração no animal, o tutor deve procurar um médico veterinário para avaliação e diagnóstico adequados.