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DOS CANTARES DA MINHA TERRA (Recolhida do folclore por Clóvis Colman e adaptado por Gujo Teixeira/André Teixeira) Violão base, aço e guitarrón: André Teixeira Violões solo e contrabaixo: Pedro Terra Acordeon: Luciano Maia Percussão: Rogério Melo Arranjo: André Teixeira Versos folclóricos que o gaúcho Clóvis Colman, na década de 1980, colheu da oralidade popular dos homens de campo em São Gabriel, nas proximidades do Batovi. Adaptados pelo poeta Gujo Teixeira. Atirei um limão na água Redondinho foi ao fundo Quem tem amores, tem guerras Em qualquer lugar do mundo. Tão triste, tão retirado Tão triste nunca me vi Não tem um dia do mês Que eu não lembre de ti… Quem tem amores não dorme Nem de noite, nem de dia Dá mil voltas pela cama Igual peixe nágua fria… _Dos cantares da minha terra Tem cada verso de luxo E era assim deste jeito Que cantava um gaúcho._ Subi no alto do morro Pra te ver prenda querida. Amor e potro veiaco São golpes que tiram a vida ! Meu amor é pequenino Do tamanho de um botão De dia tu vai nos bastos De noite no coração… Tico tico no terreiro Quando chove não se molha Onde tem moça bonita Para as feias não se olha ! Dos cantares da minha terra Juntei bem como eu ouvi E era assim deste jeito Que cantava o Batovi. O amor de perto é querido De longe mais estimado Se de perto me dá penas De longe maior cuidado. Passarinho de dois ninhos Um no mato outro no campo Como pode ser leal Um amor querendo tantos. Desde o dia que te vi Eu fiquei querendo bem Não te tiro dos meus olhos Nem te troco por ninguém ! Dos cantares da minha terra Eu lembro com emoção E era assim deste jeito Que cantava meu rincão…