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Aqui está a resolução da prova da OBA 2024 - Nível 4, realizada no dia 17 de maio de 2024. O vídeo ficou comprido, pois procurei explicar as questões para os interessados em entendê-las e estudar para o próximo ano. Dividi o vídeo em capítulos, ou seja, se você quiser ir para uma determinada questão, basta escolher e clicar na mesma: Questão 1 - 3:48 Questão 2 - 24:54 Questão 3 - 38:46 Questão 4 - 43:12 Questão 5 - 52:25 Questão 6 - 58:54 Questão 7 - 1:05:44 Questão 8 - 1:08:23 Questão 9 - 1:26:21 Questão 10 - 1:43:18 Fiz a correção com bastante carinho! Qualquer dúvida, deixe nos comentários, que eu respondo a todos! Boa sorte e bons estudos! Questão 1) Vistos da Terra, o tempo decorrido para que planetas retornem à mesma configuração no céu é conhecido como Período Sinódico (S). No esquema a seguir, fora de escala, temos em t = 0, Marte (M) em oposição. Devido à diferença entre os dois períodos orbitais (o período da Terra é mais curto), uma nova oposição de Marte só acontecerá cerca de 780 dias depois da primeira. 2) Buys-Ballot é o nome de uma cratera de impacto no lado oculto da Lua. A observação desta cratera foi relatada pela primeira vez em 1965 por uma espaçonave do programa espacial soviético, a Zond 3. 3) Cometas periódicos ou cometas de curto período são geralmente definidos como aqueles que têm períodos orbitais de menos de 200 anos. Eles geralmente orbitam, mais ou menos, no plano da Eclíptica e na mesma direção que os planetas. 4) Os pequenos corpos do Sistema Solar (asteroides e cometas), em geral, não têm fontes internas de energia, e só são detectáveis por conta da radiação solar que eles refletem ou reemitem termicamente. Uma consequência deste fato é que a energia proveniente do Sol é também responsável, em grande parte, pelas temperaturas destes corpos. 5) Um Relógio de Sol funciona com base no movimento aparente do Sol pela esfera celeste e no consequente deslocamento da sombra produzida por este quando incide sobre uma haste chamada gnômon. A sombra do gnômon (haste) sobre o mostrador indica as horas, tal qual o ponteiro de um relógio. Para funcionar adequadamente, é muito importante que o gnômon esteja paralelo com o eixo de rotação da Terra, ou seja, o gnômon precisa apontar para o Polo Celeste visível no hemisfério no qual está o relógio de Sol. 6) Sabemos que a Luminosidade (L) das estrelas é equivalente à potência das lâmpadas e não depende da distância delas até nós. As estrelas são posicionadas no diagrama HR de acordo com sua temperatura superficial (eixo horizontal) e sua luminosidade (eixo vertical), revelando conjuntos estelares conhecidos como Sequência Principal, Anãs Brancas, Gigantes e Supergigantes, como em destaque na imagem. 7) A Voyager 1 e sua gêmea, a Voyager 2, lançadas em 1977, são as sondas espaciais em operação há mais tempo na história. Elas continuam funcionando mesmo depois de 47 anos no espaço. Recentemente a Voyager 1 ficou cinco meses sem enviar sinais para a Terra, mas os engenheiros da NASA conseguiram corrigir o problema de comunicação com a espaçonave mais distante da humanidade no espaço. A velocidade da Voyager 1, em relação ao Sol, é cerca de 17 km/s, o que significa que em apenas 1 dia, a sonda percorre cerca de 1.500.000 km. 8) O foguete Starship da SpaceX é composto de dois estágios. O primeiro, chamado de Super Heavy, tem massa total de 3.600.000 kg no momento em que seus 33 motores Raptor são acionados. O segundo estágio, possui massa total de 1.400.000 kg (M2) quando inicia a ignição de seus 6 motores Raptor. O Starship pretende transportar 100.000 kg à órbita terrestre e reutilizar seus dois estágios. 9) Desde o início da Era Espacial em 1957, a humanidade já enviou centenas de espaçonaves não tripuladas para explorar o sistema solar. Atualmente, existem duas delas em órbita do Sol. A norte-americana Parker e a europeia Solar Orbiter. A Sonda Parker foi lançada ao espaço em 12 de agosto de 2018, pelo foguete Delta 4 Heavy (Ponto 1 da Figura), ingressando em órbita solar em 19 de janeiro de 2019. 10) O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) utiliza imagens de satélites para estimar o desmatamento na Amazônia. A Figura abaixo mostra a evolução do desmatamento nos últimos 6 anos, bem como a quantidade de multas aplicadas pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA). Os levantamentos são realizados entre agosto de um determinado ano e julho do ano seguinte. Sendo assim, entre agosto de 2020 e julho de 2021 foi desmatada uma área de 13.038 km2. Nesse mesmo período, foram aplicadas 1964 multas pelo IBAMA.