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Link para leitura: https://veredasantigasjr616.blogspot.... As principais fontes: Antigo Testamento Arthur W. Duck – “Divórcio e novo casamento no Antigo Testamento (1): uma análise de Deuteronômio 24.1-4”, Revista Batista Pioneira, vol. 6, n.1, 2017. Estuda em profundidade Dt 24.1-4, a expressão “alguma coisa vergonhosa”, e mostra que o texto regula, não institui, o divórcio. Arthur W. Duck – “Divórcio e Novo Casamento no Antigo Testamento (2)”, Via Teológica. Complementa o artigo anterior, examinando outros textos do AT sobre divórcio e recasamento. Escolas rabínicas e Jesus Fernando Albano – “Jesus e o divórcio”, Faculdade Refidim. Explica o contexto de Mateus 19, descreve as escolas de Hillel (divórcio por “qualquer motivo”) e Shammai (apenas por imoralidade), e mostra como Jesus volta ao ideal de Gênesis 2:24, permitindo exceção apenas por imoralidade sexual. Artigos da Revista Batista Pioneira sobre o NT – “Divórcio e novo casamento no NT (1)”. Mostram como o entendimento de divórcio mudou no período intertestamentário e situam as palavras de Jesus dentro do debate Hillel x Shammai. Termos e exegese específicos Revista Batista Pioneira – estudo sobre o termo grego “porneia”. Analisa porneia em Mateus 5 e 19, distingue de moicheia (adultério) e discute se se trata de imoralidade sexual em geral ou de uniões ilegítimas. Estudos sobre repúdio e divórcio em hebraico – textos devocionais e técnicos que explicam a relação entre shalach (mandar embora/repudiar) e kerithuth (carta de divórcio) e mostram que, no contexto bíblico, repúdio e divórcio são usados como sinônimos legais. 1 Coríntios 7 e Paulo Ronald W. Pierce – “Primeira Coríntios 7: O tratado negligenciado de Paulo”, CBE International. Comentário longo de 1Co 7, enfatizando: mutualidade conjugal, proibição de divórcio entre crentes, e a cláusula em que o crente “não está preso” quando o incrédulo abandona o casamento, abrindo espaço para ver isso como dissolução legítima. Artigos acadêmicos sobre 1Co 7.10-11, como o do CPAJ (Mackenzie), discutindo se Paulo “autoriza” divórcio e como aplicar “permaneça sem casar-se ou reconcilie-se”. Sínteses teológicas Duck e outros – artigos sobre divórcio na perspectiva reformada. Integram AT, Jesus e Paulo, listando adultério, abandono e situações de grave quebra de aliança como possíveis fundamentos bíblicos para divórcio como “mal menor”. Textos pastorais como “Divórcio, segundo casamento e a igreja” que resumem os estudos acadêmicos e aplicam à prática pastoral contemporânea.