У нас вы можете посмотреть бесплатно Por Que o Artista Sensível é o Trabalhador Mais Explorável do Capitalismo Atual или скачать в максимальном доступном качестве, видео которое было загружено на ютуб. Для загрузки выберите вариант из формы ниже:
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Me segue lá no Insta: / filipeboni Torne-se membro do canal para assistir os vídeos 1 semana antes que todo o mundo: / @filipeboni1 Camisetas oficiais do canal: https://filipeboni.myshopify.com Trabalhar com arte, cultura ou criação digital não garante liberdade. No capitalismo de plataforma, a sensibilidade virou um dos recursos mais explorados do mercado. Neste vídeo, analisamos por que artistas, músicos, designers, escritores e criadores de conteúdo tendem a trabalhar mais, ganhar menos e assumir todos os riscos do processo produtivo. A partir da economia política e da sociologia do trabalho, explico como conceitos como passion tax (taxa da paixão) e hope labor transformam vocação em autoexploração permanente. O vídeo mostra como plataformas digitais, streaming e Inteligência Artificial reorganizaram o trabalho artístico, deslocando o valor da obra para os dados, algoritmos e atenção. Casos como Spotify, produção de conteúdo “pela exposição” e a pressão por métricas ajudam a entender por que a criatividade passou a funcionar como matéria-prima barata. Também analisamos o cenário brasileiro, onde informalidade histórica, MEI, pejotização e a lógica da “viração” aprofundam a precarização do trabalho cultural. A ideia do “empreendedor de si mesmo” aparece como promessa de autonomia, mas na prática elimina direitos e transfere todo o risco para o artista. Por fim, o vídeo discute caminhos de resistência, como cooperativismo de plataforma, organização coletiva e políticas públicas que reconhecem a arte como trabalho — e não como hobby ou privilégio. Este conteúdo é para quem trabalha com arte, cultura, música, audiovisual, design, educação, comunicação ou criação digital e quer entender a estrutura econômica por trás da precarização criativa.