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Neste Natal, aqui no hemisfério sul, vivemos um dos portais mais potentes do ano: o solstício de verão. O ápice do Sol. O ponto máximo de luz. Quando a energia vital atinge seu auge e tudo o que estava em gestação começa a se revelar. Antes de qualquer tradição moderna, esse momento já era celebrado como um tempo de iluminação da consciência, prosperidade, abundância e expansão da vida. O Sol sempre foi símbolo da clareza que dissipa a confusão. Da verdade que não precisa ser defendida. Da presença que não se contrai. E talvez por isso, quando a luz aumenta, os conflitos também se intensifiquem. Porque a luz não escolhe. Ela ilumina tudo. Ela mostra o que está em harmonia e também o que está desalinhado. Não importa o que esteja acontecendo agora em sua vida, em sua casa, ou em sua família. O desconforto pode existir. As tensões podem aparecer. Mas é importante lembrar: o que dói não é apenas o que acontece… é a forma como a mente reage ao que acontece. A mente humana foi moldada para antecipar ameaças. Ela escaneia o ambiente o tempo todo. Procura perigos. Interpreta gestos. Cria histórias. E, ao menor sinal de risco emocional, ela ativa o mesmo mecanismo primitivo: luta, fuga ou defesa. O corpo se fecha. O peito endurece. A respiração fica curta. A escuta se perde. É um sistema antigo. Eficiente para sobreviver. Mas limitado para conviver. E se, neste Natal, você não reagir automaticamente? E se, em vez de entrar na cena, você sair um passo para trás… internamente? E se você olhar como quem observa um filme? Sem precisar corrigir ninguém. Sem precisar provar nada. Sem precisar vencer. Grande parte dos conflitos humanos nasce de uma crença silenciosa: a de que a nossa forma de ver o mundo é a correta. E de que o outro deveria enxergar da mesma maneira. Quando essa expectativa não é atendida, surge a frustração. Depois, a cobrança. Depois, o conflito. Mas cada pessoa age a partir do nível de consciência que consegue sustentar. E exigir do outro uma percepção que ele ainda não alcança é uma forma sutil de violência. É aqui que a consciência solar se torna essencial. A energia Crística não é um personagem histórico. É um estado de consciência. É a consciência que observa sem se confundir. Que ama sem se anular. Que percebe sem reagir. É a consciência do Sol interno. Receber essa energia é permitir que a luz atravesse a mente sem distorções. É permitir que pensamentos se acalmem. Que emoções encontrem espaço. Que o corpo solte defesas desnecessárias. Quando a consciência solar se instala, o impulso de ataque diminui. A necessidade de controle enfraquece. E a presença se amplia. Assim como o Sol do solstício não disputa espaço com a sombra, a consciência elevada não entra em embates. Ela ilumina. E o que não se sustenta na luz simplesmente se dissolve. Talvez o verdadeiro significado do Natal seja esse: o nascimento da luz na consciência humana. Não fora. Dentro. Um nascimento silencioso. Íntimo. Profundo. Quando você se permite receber essa energia, algo se reorganiza. Você percebe que nem todo silêncio é ausência. Que nem todo afastamento é rejeição. Que nem toda discordância é ameaça. A verdadeira prosperidade não é material apenas. É emocional. É mental. É espiritual. É viver sem estar constantemente armado. Que neste tempo de luz máxima, você permita que a energia solar, crística, atravesse você. Respire fundo. Solte os ombros. Desarme o peito. Permita que a clareza ilumine onde antes havia reação. E lembre-se: a paz não depende do comportamento do outro. Ela nasce no ponto interno onde você escolhe não reagir automaticamente. Esse é o verdadeiro milagre. E ele acontece toda vez que a consciência desperta.