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Video complementar à tese "As pegadas da avamunha: análise espiralar dos movimentos", submetida ao Programa de Pós- Graduação em Artes Cênicas do Centro de Letras e Artes da UNIRIO, como requisito parcial para obtenção do grau de Doutor em Artes Cênicas sob a orientação da Profa. Dra. Juliana Manhães e coorientação do Prof. Dr. Lau Santos. Olga Cacciatore em "Dicionário de Cultos Afro-brasileiros: com origem das palavras" (1977) traduz: “ “avania” (como também é chamada a “avamunha”, “vamunha”, “ramunha”....):“ “a” – contr. de “awon” – eles; “wá” – mover para, vir; “níhà” – em direção à.”. Em alguns terreiros de candomblé é conhecida como uma "marcha" e sua dança acontece em distintos momentos rituais. Originalmente de nação Jejê, foi incorporada às outras nações de candomblé. No caso do vídeo faço referência à nação Ketu, sendo a avamunha um conjunto de movimentos dançados e tocados que expressam simbologias e sensações presentes nos rituais de candomblé e remetem à experiência da travessia afro-atlântica. Filmagem, dança e narração: Laís Salgueiro Garcez Percussão e edição de música: Ferran Tamarit Edição de vídeo: Bea Salgado Agradeço à Orunmilá e à Eleguá. Agradeço a todos os orixás, em especial à minha mãe Oxum – Ora iê iê ô! E à Maria Padilha das Sete Catacumbas dedico este trabalho. Agradeço ao meu padrinho babalawo Rafael Zamora. E muito obrigada, Claudecy de Souza, babalorixá Dofono d’Omolu, pelas passagens pelos terreiros de candomblé Ketu do Rio de Janeiro e partilha dos conhecimentos sobre avamunha e tantos outros. E enfim agradeço aos mestres e mestras de dança que formaram o pensamento desse corpo que aqui dança e escreve e à todes os envolvidos!