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Mensagem de Final de Ano Ao encerrar o ano de 2025 faço uma pausa consciente para reconhecer, agradecer e honrar cada pessoa que fez parte da minha jornada. Este é um tempo de colher aprendizados, integrar vivências e reafirmar os valores que sustentam meu caminho, minha missão e minha forma de servir ao mundo. Com o coração presente e em gratidão, compartilho esta mensagem. Reconhecimento, Gratidão e Amor como Norte Nada do que floresce nasce do acaso — e nada do que floresce nasce sozinho. Assim como na natureza, toda jornada humana é resultado de cuidado, tempo, presença e relações vivas. Ao longo do meu caminho, aprendi que cada passo foi sustentado por pessoas que, de formas visíveis e invisíveis, fizeram parte da minha história. Pessoas que caminharam comigo, que confiaram quando eu ainda estava em processo, que ofereceram apoio, escuta, saberes, silêncio e acolhimento. Honro cada uma delas, porque sei que nenhum processo de cura, desenvolvimento ou prosperidade acontece de forma isolada. O Método AEDOCAR nasceu exatamente dessa compreensão profunda: de que a vida pede presença, consciência, espiritualidade, autoconhecimento e autocuidado, assim como o solo pede atenção para gerar vida. No Estado de Presença, reconheço aqueles que me ensinaram a estar inteira no agora, a escutar mais do que falar e a respeitar os tempos da vida. Estar presente é reconhecer quem caminhou comigo e agradecer com consciência, sem pressa e sem esquecimento. Na Espiritualidade, honro a força invisível que nos conecta — a sabedoria da natureza, a fé no processo, o sagrado que se manifesta na cooperação, na solidariedade e no amor que não exige condições. Foi essa dimensão espiritual que me sustentou nos momentos de silêncio, de espera e de reconstrução. No Autoconhecimento, reconheço que cada encontro foi um espelho. Alguns revelaram luz, outros mostraram sombras que precisavam ser cuidadas. Todos foram essenciais. Aprendi que crescer é compreender que cada relação carrega um ensinamento e que até a dor pode se transformar em aprendizado quando acolhida com consciência. No Autocuidado, compreendi que cuidar de mim também é honrar quem acreditou em mim. Assim como na hortoterapia, onde cuidar da planta é cuidar de quem planta, aprendi que o cuidado diário — com o corpo, com a mente, com as emoções e com a alma — é um ato de responsabilidade coletiva. Uma pessoa cuidada gera relações mais saudáveis e comunidades mais equilibradas. A hortoterapia me ensinou que o amor incondicional não apressa, não força, não compara. Ele respeita ciclos, compreende limites e celebra cada pequeno avanço. Esse é o amor que escolhi como norte: um amor que cura, reorganiza e sustenta uma vida equilibrada. Quando escolhemos o amor como princípio, a competição dá lugar à cooperação, o medo cede espaço à confiança e a prosperidade deixa de ser individual para se tornar coletiva. Passamos a entender que crescer juntos é a única forma verdadeira de crescimento. Minha gratidão se estende a todos que fizeram e fazem parte da minha jornada — os que permaneceram, os que passaram, os que ensinaram pelo afeto e os que ensinaram pelo desafio. Todos contribuíram para que eu pudesse hoje servir, orientar e cultivar caminhos de equilíbrio, consciência e cuidado. Sigo com a convicção de que o amor incondicional é a maior tecnologia humana que existe. Ele transforma pessoas, fortalece vínculos, regenera territórios internos e externos e constrói pontes onde antes havia muros. Que possamos seguir cultivando juntos uma vida mais presente, consciente e cooperativa — onde o cuidado seja prática diária, a espiritualidade seja raiz, o autoconhecimento seja guia e o autocuidado seja compromisso. Porque assim como na natureza, quando cuidamos do todo, o todo cuida de nós. Que este fechamento de ciclo seja também um convite: para seguir em 2026 com mais presença, mais consciência, mais cooperação e mais amor. Seguimos juntos, honrando quem fomos, integrando o que aprendemos e preparando o solo para tudo o que ainda há de florescer. Com gratidão e amor, Joana Pagliarini