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http://pt.euronews.com/ O acordo entre o governo português e a troika permite desbloquear mais 2 mil milhões de euros dos 78 mil milhões acordados como ajuda financeira ao país. O governo respira de alívio, mas para os portugueses anuncia-se mais austeridade. Poucos acreditam na melhoria das condições de vida. Para alimentar a família, Maria da Graça conduz um autocarro e um táxi: "Eu estou a ver o futuro muito complicado. Estou a ver isto cada vez pior. Não estou a ver que as medidas do governo sejam as mais viáveis e acho que nos próximos anos isto não vai melhorar, muito pelo contrário. Vejo que hoje alimento a minha família com dificuldade e não sei se no próximo ano conseguirei alimentar a minha família". Pedro Passos Coelho substituiu as medidas chumbadas pelo tribunal constitucional por outras. O objetivo mantém-se: reduzir 4,8 mil milhões de euros às despesas públicas até 2015, para alcançar o equilíbrio orçamental. O analista António Costa Pinto fala de contradição: "O grande esforço do governo é, de facto, regressar aos mercados e terminar o programa de ajustamento e, portanto, do ponto de vista da sociedade portuguesa, aquilo que poderá ser o sucesso das medidas governamentais será, evidentemente, o insucesso da relação das condições de vida dos portugueses". Entre os cortes previstos pelo novo programa de austeridade estão a supressão de 30 mil postos de trabalho na função pública, o aumento da carga horária semanal de 35 para 40 horas de trabalho e o recuo de um ano da idade da reforma, dos 65 para os 66 anos. Sigam-nos: No YouTube: http://bit.ly/zYBTAR No Facebook: / euronews.fans No Twitter: / euronewspt