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Letra; [Introdução - Sertanejo] [Som de violão dedilhado, clima de fim de tarde na beira da praia] Olhei pro mar e vi minha história escrita em barcos rasos... Sempre guardei a chave pra fugir de qualquer descaso. Mas quem quer o mundo, não pode ter medo de naufragar. Hoje eu decidi: meu lugar é onde você está. [Verso 1 - Sertanejo] Eu sempre tive uma mala pronta no canto da sala Um "oi, sumida" guardado caso a gente falasse em falha Era o meu seguro, minha rota de fuga, minha covardia Te amava pela metade, enquanto o resto de mim fugia. [Ponte - Metade Rap / Metade Sertanejo] [Entra um beat grave de trap/rap, acelerando o ritmo] [Rap]: Cortés chegou na areia, olhou pro medo e deu o comando "Queimem os navios!", o exército ficou olhando... Sem volta pro passado, o destino é a vitória ou o chão Eu entendi a mensagem, tirei o plano B da mão. Deletei os acessos, as pontes eu fiz explodir Não tem mais "se der errado", eu não tenho pra onde ir! [Sertanejo]: (O violão volta a chorar, mas com mais força) E agora as chamas iluminam o meu novo horizonte... Cruzei o deserto e não deixei sobrar nenhuma ponte. [Refrão - Sertanejo] [Explosão emocional, para cantar a plenos pulmões] Eu risquei o fósforo e assisti o meu passado virar fumaça Pra que o "nós" aconteça, o "eu" antigo se despedaça! Vou queimar a frota que me dava o luxo da partida... Pra ser, de corpo e alma, o único porto da sua vida! [Verso 2 - Sertanejo] Mas amor não aceita reserva, nem plano de contingência Viver com um pé no barco é pedir pra viver na ausência. Eu vi que a dúvida era o veneno que eu mesmo bebia Enquanto eu tivesse saída, a nossa luz não cresceria. [Ponte - Metade Rap / Metade Sertanejo] [Entra um beat grave de trap/rap, acelerando o ritmo] [Rap]: Cortés chegou na areia, olhou pro medo e deu o comando "Queimem os navios!", o exército ficou olhando... Sem volta pro passado, o destino é a vitória ou o chão Eu entendi a mensagem, tirei o plano B da mão. Deletei os acessos, as pontes eu fiz explodir Não tem mais "se der errado", eu não tenho pra onde ir! [Sertanejo]: (O violão volta a chorar, mas com mais força) E agora as chamas iluminam o meu novo horizonte... Cruzei o deserto e não deixei sobrar nenhuma ponte. [Refrão - Sertanejo] [Explosão emocional, para cantar a plenos pulmões] Eu risquei o fósforo e assisti o meu passado virar fumaça Pra que o "nós" aconteça, o "eu" antigo se despedaça! Vou queimar a frota que me dava o luxo da partida... Pra ser, de corpo e alma, o único porto da sua vida! [Impacto 11/10: "O único porto da sua vida"] [Parte Falada - Declamada em Rap] [Beat baixo, voz firme e profunda] Sabe qual é a verdade? Prioridade não aceita plural. Enquanto eu guardava uma saída, eu tava te dando um amor parcial. O plano B é um ladrão de foco, ele rouba a energia que eu devia te dar. Hoje eu entendi que pra te ter por inteiro, eu precisei me desarmar. Não tem mais bote salva-vidas, não tem mais porto seguro lá atrás. Meu navio tá em chamas. Agora é você, ou nada mais. [Outro - Final em Rap] [O beat vai sumindo aos poucos, som de fogo estalando ao fundo] Navios queimados... Coração entregue... Sem rota de fuga, só o que o amor persegue. A fumaça subiu, o medo desceu. Agora o mundo é só você e eu. Fogo neles....