У нас вы можете посмотреть бесплатно Uma fazenda antiga e histórica em Itaperuna, RJ. или скачать в максимальном доступном качестве, видео которое было загружено на ютуб. Для загрузки выберите вариант из формы ниже:
Если кнопки скачивания не
загрузились
НАЖМИТЕ ЗДЕСЬ или обновите страницу
Если возникают проблемы со скачиванием видео, пожалуйста напишите в поддержку по адресу внизу
страницы.
Спасибо за использование сервиса ClipSaver.ru
Fazenda Salgada Resumo Histórico FAZENDA SALGADA Itaperuna - RJ 1840 Segundo o major Porphírio Henriques em sua obra A terra da promissão, por volta do ano de 1840, chegou a Nossa Senhora da Piedade da Laje, nome primitivo do atual município de Laje do Muriaé, vindo de São Paulo do Muriaé, atual município de Muriaé-MG, o Sr. Francisco Antônio de Cerqueira. Ao se casar com D. Umbelina Bastos Cerqueira – filha do alferes José Bastos Pinto, doador dos terrenos onde se formou a então Vila de Laje do Muriaé – foi fixar-se na Fazenda Salgada, que desbravou e cultivou. De acordo com o livro Fazendas históricas de Itaperuna, editado pelo Colégio Estadual Chequer Jorge, “esta fazenda foi construída por escravos, sendo a madeira extraída para a obra lavrada na própria região, chegando a constituir uma das mais suntuosas e progressistas fazendas da região.” O cel. Adelino Garcia Bastos adquiriu a Fazenda Salgada de seu pai, o cel. José da Silva Bastos – que foi chefe do Partido da Lavoura de Pádua e presidente do Clube Agrícola de Miracema – e de D. Ana Garcia Bastos, também proprietários da Fazenda do Tyrol, localizada na divisa de Miracema com Laje do Muriaé. Era muito conhecido por ter fundado, no início do século XX, um clube agrícola que editava e imprimia na própria fazenda a Revista da Lavoura e o Jornal O Agrario, que publicava artigos dos sócios e de pessoas interessadas nos problemas rurais, do comércio e da indústria, e defendia a difusão do ensino primário, a preservação e construção de estradas de rodagem, o trato dos problemas sociais, e de “amparar o fraco contra o forte, colaborar com os homens de boa vontade no surto da verdadeira e sã política, filha da razão e da moral, em suma agir dentro da lei e da ordem para que não se deturpem os sagrados princípios republicanos.” Foi na época do cel. Adelino que a fazenda mais prosperou (f62 e f63). O cel. Adelino, além de fazendeiro, era também comerciante e proprietário de uma exportadora de café no Rio de Janeiro, para onde era enviado todo o café produzido nas fazendas de Itaperuna e de Miracema. Em 1929, junto a outros fazendeiros e comerciantes, fundou a Associação Agrícola e Comercial do Município de Itaperuna. “A fazenda possuía 330 alqueires onde residiam cerca de 60 a 80 famílias, sendo que as mulheres eram selecionadeiras de café e os homens trabalhavam na lavoura”1 . Do Jornal O Agrario, nº 49, ano 20, de 20/11/1927, em artigo de autoria do Sr. Humberto Perlingeiro, extraímos informações sobre a introdução do café conilon. “... A respeito do assunto eu posso dizer com segurança precisa, pois a Fazenda Salgada, onde resido há oito anos, já cultiva largamente essa nova espécie de café e eu tenho acompanhado com muito interesse a maneira porque esse trabalho é feito e quais os resultados alcançados por essa lavoura, que com razões bastantes, é tida como reformadora dos nossos campos de ação agrícola.” Segundo o autor do artigo, seria uma injustiça falar do conilon sem associá-lo ao cel. José da Silva Bastos, considerado a potência máxima do norte do estado, não pela riqueza que acumulou, mas pelo desenvolvimento agrícola, pelo “seu trabalho perseverante e destemido das mutações porque passou e dos desequilíbrios que em longos anos passados, sofreu a lavoura cafeeira no mercado comercial...” E prossegue: “... Quando o cel. José Bastos viu que ao redor desta fazenda os velhos cafezais se desvestiam para a morte, não pensou ele em pasto não cogitou no gordura roxo nem no Jaraguá, não sonhou com o gado. Acordado por uma notícia sobre o conilon, espécie que entrou no intercâmbio agrícola sem que se precise claramente, como se dá com as demais espécies, a sua origem, o coronel José Bastos mandou longe e de lá lhe vieram, por preço de brilhantes trabalhados, uns poucos litros do conilon em cereja. Plantou-os com carinho e desse plantio surgiram alguns pés que cresceram sempre viçosos. Desses pés obteve novas sementes e novos plantios foi fazendo, seguindo seu filho, o cel. Adelino Bastos que lhe comprou há anos esta fazenda, a mesma orientada prática, estando se registrando aqui colheitas bem boas e que compensam em tudo o trabalho despendido no cultivo das lavouras.” Em 1929, a queda da bolsa de Nova Iorque provocou a queda do preço do café. Como consequência, houve no Brasil uma onda de falências e concordatas que afetou diretamente os fazendeiros de café e todos aqueles que indiretamente dependiam do seu cultivo. “No município de Itaperuna, que já ostentou o título de maior produtor de café do Brasil, a situação não foi diferente. Para driblar a crise, a solução foi investir na pecuária, tornando-se a Fazenda Salgada a maior produtora de leite da região. Fonte: https://fazendasantigas.com/fazenda/d... Essa é a história da Fazenda Salgada e hoje encontra-se sob nova administração com outro proprietário, foi totalmente restaurada e atuante na criação de cavalos 🐎.