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Insulina: é o hormônio do armazenar. Quando você come (principalmente carbo), ela sobe para colocar a glicose pra dentro das células. No jejum ela cai, e isso facilita o corpo usar gordura como energia. Glucagon: é o hormônio do liberar energia. Faz o fígado soltar glicose (do glicogênio) e ajuda o corpo a mobilizar reservas. No jejum ele sobe. Adrenalina e Noradrenalina (catecolaminas): hormônios do estado de alerta. Ajudam a manter energia e foco, aumentam a liberação de gordura e podem reduzir a sensação de “moleza” em jejum (nem todo mundo sente igual). Cortisol: hormônio do estresse/adaptação. Ele pode subir no jejum (especialmente no começo) para manter glicose estável. Em excesso (muito estresse + pouco sono + jejum longo), pode aumentar ansiedade, irritação e compulsão. Grelina: hormônio da fome. Sobe em ondas e depois cai (por isso fome não cresce infinito). Com rotina e adaptação, muita gente sente a fome mais controlada. Leptina: hormônio da saciedade e do “estoque energético”. Quando está funcionando bem, ajuda o cérebro a entender que tem energia suficiente. Em algumas pessoas (obesidade/inflamação), pode haver resistência à leptina. Hormônio do Crescimento (GH): hormônio de preservação e reparo. No jejum tende a subir, ajudando na adaptação metabólica e na proteção de tecidos. Mas não significa “ganhar músculo” sem treino e proteína. Link para a lista de espera do Desafio Jejum intermitente 30 dias: @edir.rezende