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Comentário inicial criativo: no tabuleiro jurídico, cada jogada é uma peça que pode mudar o destino do clube. Curta o vídeo e siga o canal para ficar por dentro dos próximos desdobramentos deste caso. Corinthians: MP pressiona Justiça e cobra bloqueio de bens de Duílio. O Ministério Público pretende endurecer o processo que envolve o ex-presidente do Corinthians Duílio Monteiro Alves. O UOL teve acesso ao documento pelo qual o órgão apresentou embargos de declaração para exigir que a Justiça explique por que rejeitou pedidos considerados essenciais para garantir que o clube seja ressarcido, caso haja condenação. O MP afirma que a decisão deixou sem resposta temas centrais, como bloqueio de bens, adoção de medidas cautelares, quebra de sigilos e realização de uma perícia contábil. A reportagem entrou em contato com Duílio, mas não obteve retorno até o momento. Caso haja alguma manifestação, a matéria será atualizada. Por que o MP cobra o bloqueio de bens. Para o Ministério Público, o Corinthians corre o risco de não recuperar o dinheiro, caso o processo avance lentamente. O pedido de bloqueio é tratado como prioridade pelo promotor Cassio Roberto Conserino. Segundo os cálculos apresentados na denúncia, o MP pede a garantia de R$ 41.822,62 em danos materiais e R$ 31.366,96 em danos morais atribuídos a Duílio. Para o órgão, esses números reforçam a necessidade de travar bens imediatamente, evitando que o clube fique sem ressarcimento no futuro. O Ministério Público afirma que a denúncia contra Duílio, ainda que aceita pelo Tribunal de Justiça de São Paulo, "não explicou" o motivo de o bloqueio não ser adequado neste momento. Segundo o MP, a recusa foi vaga e não dialogou com os argumentos que já estavam colocados nos autos. Medidas cautelares ignoradas. Outro ponto de atrito é a recusa da Justiça em impor seis medidas cautelares pedidas pelo Ministério Público. O órgão afirma que apresentou informações concretas para justificar cada uma delas, mas que a decisão descartou tudo "de forma genérica", sem enfrentar os argumentos. Entre as medidas está o controle sobre entradas e saídas internacionais de Duílio. No embargo, no qual o UOL teve acesso, o MP diz ter informações de que o ex-presidente viaja com frequência aos Estados Unidos e pode manter endereço em Miami. Conserino deseja que a Polícia Federal confirme registros migratórios do dirigente. Para o promotor, negar as cautelares sem analisar cada ponto contraria a obrigação de fundamentar decisões. Perícia para apurar prejuízo ao Corinthians. O MP também contesta a decisão que adiou a realização de uma perícia contábil. A Justiça determinou que a análise técnica seja discutida "mais para frente". Para o promotor, porém, o momento certo de definir essa prova é o atual, pois a perícia serviria para confirmar e atualizar o valor total do prejuízo ao Corinthians. O cálculo poderia cruzar notas fiscais, comparar despesas apresentadas e atualizar os valores já apontados na denúncia — incluindo os mais de R$ 41 mil em danos materiais atribuídos ao ex-presidente. As quebras de sigilo bancário e fiscal também foram rejeitadas pela Justiça. O MP afirma que apresentou justificativas detalhadas, mas que nenhuma delas foi debatida na decisão. Para o órgão, essas quebras são essenciais para identificar possíveis repasses, favorecimentos ou movimentações incompatíveis. Denúncia já havia sido aceita pela Justiça. A juíza Elaine Cristina Pulcineli Vieira Gonçalves, da 15ª Vara Criminal de São Paulo, aceitou no dia 5 de março a denúncia contra Duílio por suposta apropriação indevida relacionada ao uso de cartão corporativo do Corinthians. A decisão determinou que os réus fossem citados para responder às acusações no prazo legal e escolhessem entre audiência presencial ou virtual. Ao mesmo tempo, a magistrada negou bloqueio de bens, cautelares, perícia e quebras por entender que não estavam justificadas neste momento. Essa posição é justamente o que motivou o Ministério Público a apresentar os embargos. Agora, a juíza terá de analisar os embargos e decidir se: responderá aos pontos levantados pelo MP, vai reconsiderar as medidas parcialmente ou integralmente ou manterá como está. Os réus serão citados para apresentar defesa por escrito. O caso seguirá para a fase de audiência após a análise das respostas. Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. Encerramento curto: seguimos acompanhando cada passo deste desdobramento. Curta o vídeo e siga o canal para não perder as atualizações!