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Cerca de 1 em cada 3 adultos nos EUA utiliza multivitamínicos (MVs), principalmente visando prevenção de doenças e promoção da saúde. A evidência científica até hoje é inconclusiva sobre os benefícios reais dos multivitamínicos em reduzir risco de mortalidade ou doenças crônicas. 📊 Desenho do Estudo Tipo: Estudo de coorte prospectivo. População: 390.124 adultos sem doenças crônicas graves no início. Fontes de dados: Três grandes coortes norte-americanas (NIH-AARP, PLCO, AHS). Acompanhamento: Até 27 anos, com mais de 164.762 mortes registradas. Exposição: Uso autorreferido de multivitamínicos (diário, não diário ou nunca). 🔎 Resultados Principais Não houve associação de benefício entre uso diário de multivitamínicos e redução da mortalidade por todas as causas. Pelo contrário, em alguns períodos iniciais do seguimento, o uso diário esteve associado a um risco 4% maior de mortalidade (HR ~1,04). Essa associação não se manteve significativa em seguimentos mais longos. Causas específicas de morte (câncer, doenças cardiovasculares, cerebrovasculares) também não mostraram redução relevante com uso de MV. Subanálises não encontraram diferenças relevantes por sexo, raça, etnia ou qualidade da dieta. 📉 Interpretação O uso rotineiro de multivitamínicos não aumentou a longevidade em adultos saudáveis. O achado reforça a posição da US Preventive Services Task Force (USPSTF) de que não há evidências suficientes para recomendar multivitamínicos como prevenção de câncer ou doenças cardiovasculares. ⚖️ Limitações Estudo observacional → possibilidade de viés residual (ex.: pessoas doentes começando MV = “efeito usuário doente”). População predominantemente branca, limitando a generalização. Não foi possível avaliar efeitos em desfechos específicos do envelhecimento (ex.: função cognitiva, qualidade de vida). ✅ Conclusão Tomar multivitamínicos diariamente não reduz o risco de morte em adultos saudáveis. Embora populares, os MV não devem ser usados como estratégia de longevidade. Podem ter papel em grupos específicos (ex.: deficiências nutricionais, gestantes, idosos frágeis), mas não há suporte para uso generalizado visando maior expectativa de vida. Referência: “Multivitamin Use and Mortality Risk in 3 Prospective US Cohorts” publicado no JAMA Network Open (2024)