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Neste vídeo, proponho uma reflexão sobre o conceito de “outro” na obra de Doreen Massey, articulando-o a partir de um diálogo crítico com Byung-Chul Han e Jacques Lacan. A intenção não é simplesmente contrastar autores, mas tensionar perspectivas: de um lado, a noção de lugar como encontro com a alteridade, como espaço relacional e aberto; de outro, a crítica à erosão do outro na sociedade contemporânea e a concepção psicanalítica do Outro como estrutura simbólica que constitui o sujeito. Partindo da leitura de Massey, discutimos como o lugar não é identidade fixa, mas um entrelaçamento de trajetórias, uma configuração dinâmica onde o “outro” é constitutivo e não ameaça. Em seguida, mobilizamos Byung-Chul Han para problematizar a ideia de que vivemos numa sociedade que tende a neutralizar a diferença, substituindo a alteridade pela positividade do igual. Por fim, com Lacan, aprofundamos a dimensão estrutural do Outro — não apenas como alteridade empírica, mas como instância simbólica que organiza o desejo, a linguagem e a própria possibilidade de reconhecimento. O vídeo busca, assim, produzir um campo de tensão teórica: seria o “outro” um encontro concreto e geográfico, uma condição ética da coexistência, ou uma estrutura que antecede o próprio sujeito? Ao cruzar geografia crítica, filosofia contemporânea e psicanálise, a discussão convida a repensar o lugar, a diferença e a constituição do sujeito no mundo atual. Nota da tradução: utilizo o termo “moi” como seria dito em português, em francês a pronuncia correta seria “moa”. A gramática correta de escrita em francês para o o eu, se escreve como “moi” e trata-se de um conceito específico na obra de Lacan.