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Eu estava a seis mil quilômetros de distância, em um pequeno café em Genebra, quando escutei as palavras que mudaram minha vida para sempre. "Finalmente nos livrámos dela", disse Camila ao telefone, sua voz carregada de alívio e malícia. "Agora podemos ficar juntos sem mais mentiras, Rafael. Ela nunca vai descobrir que planejamos tudo isso. " Antes de continuarmos, me contem de onde vocês estão assistindo, e se essa história toca vocês, não esqueçam de se inscrever—porque amanhã, guardei algo extra especial para vocês! O silêncio que se seguiu foi quebrado pela risada do meu marido, uma risada que eu conhecia há quinze anos, mas que agora soava como a de um completo estranho. Três horas depois, eles estavam assinando os papéis da transferência da minha empresa, da empresa que eu construí com minhas próprias mãos, enquanto eu supostamente estava inconsciente em uma clínica psiquiátrica na Suíça. O que eles não sabiam era que eu havia gravado cada palavra, cada risonho, cada momento da traição deles. E que, em dois dias, eu estaria de volta ao Brasil com uma surpresa que transformaria suas vidas em um pesadelo. A vista das montanhas suíças através da janela do café não conseguia apaziguar a tempestade que rugia dentro do meu peito. Minhas mãos tremiam ligeiramente enquanto segurava o celular, ainda conectado à chamada que havia interceptado através do sistema de segurança que eu mesma havia instalado em nossa casa em São Paulo seis meses antes. Marina Fernandes dos Santos, quarenta e dois anos, CEO da Fernandes Digital Solutions, uma das maiores empresas de marketing digital do país. Ou pelo menos, era isso até três semanas atrás, quando meu próprio marido e minha sócia comercial conseguiram me internar compulsoriamente em uma clínica psiquiátrica suíça, alegando que eu estava tendo um colapso nervoso. A ironia era quase poética. Rafael, meu marido há quinze anos, psiquiatra respeitado em São Paulo, havia usado sua influência médica para me fazer parecer mentalmente instável. Camila, minha melhor amiga desde a faculdade e co-fundadora da empresa, havia fornecido os "episódios comportamentais" necessários para sustentar o diagnóstico forjado. Juntos, eles haviam orquestrado um golpe perfeito para me afastar do país, assumir o controle da minha empresa e ficarem livres para viverem seu romance secreto sem obstáculos. O que eles não contavam era com minha natureza meticulosa.