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Você sabia que a função da tireoide muda com o passar dos anos? Se você tem mais de 35 anos e começou a perceber mais cansaço, dificuldade para emagrecer, alterações no humor ou no ciclo menstrual, esse vídeo é pra você. Aqui, eu te explico como a idade influencia a tireoide, por que os distúrbios são mais comuns a partir dos 40 anos, quais são os sintomas que merecem atenção e o que muda no diagnóstico e no tratamento em cada fase da vida. 🧭 Tópicos do vídeo com minutagem: [0:00] Como a tireoide muda com o tempo [1:10] Por que mulheres acima dos 35 anos têm mais risco [2:30] Sintomas da disfunção tireoidiana em cada idade [4:00] Diferenças no diagnóstico e nos exames [5:20] TSH alto no idoso: sempre tratar? [6:40] O que muda no tratamento conforme a idade A tireoide não é uma glândula estática. Ela responde às fases hormonais da vida, especialmente nas mulheres. A partir dos 35 a 40 anos, com o início do climatério, o risco de desenvolver hipotireoidismo — especialmente de origem autoimune, como a tireoidite de Hashimoto — aumenta. O estrogênio influencia diretamente como os hormônios tireoidianos circulam no nosso sangue e pode ativar processos autoimunes. Por isso, sintomas como cansaço, ganho de peso, queda de cabelo, constipação, irritabilidade e alterações menstruais passam muitas vezes despercebidos, sendo confundidos com estresse, menopausa ou envelhecimento, mas podem ser sinais de uma disfunção da tireoide. Depois dos 60 anos, o TSH tende a subir discretamente, e isso nem sempre significa doença. É o chamado “hipotireoidismo subclínico relacionado à idade”, que muitas vezes não exige tratamento. Os sintomas também mudam com o envelhecimento: • Nas mulheres mais jovens, costumam ser mais clássicos: alteração de peso, ciclo menstrual irregular, cansaço e mudanças no humor. • Nos idosos, o hipotireoidismo pode aparecer como lentidão, fraqueza, constipação, perda de apetite ou até arritmias. O hipertireoidismo, que antes causava agitação e perda de peso, pode se manifestar como perda de massa óssea, fraqueza e arritmia. Por isso, tanto o diagnóstico quanto o tratamento devem ser personalizados, considerando idade, sintomas, histórico familiar e resultados laboratoriais. O funcionamento da tireoide muda com o tempo. Entender isso é fundamental para não confundir os sinais da disfunção hormonal com “coisas da idade”. E, principalmente, para garantir um diagnóstico correto e um tratamento que realmente melhore sua qualidade de vida. Se você está entrando no climatério, na menopausa ou já tem mais de 35 anos, vale muito a pena olhar para sua tireoide com mais atenção. Se esse conteúdo fez sentido pra você, curta, se inscreva no canal e compartilhe com outras mulheres que também precisam saber disso. Aqui no canal Tireoide na Prática, você encontra informação clara, segura e prática para cuidar da sua saúde hormonal. #TireoideNaPrática #Tireoide #Hipotireoidismo #Menopausa #Climatério #SaúdeDaMulher #TSH #Hormônios #VidaSaudável #DraMarioAraujoJr