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Em seu romance Crime e castigo (1866), Dostoiévski faz com o que o jovem intelectual Ródion Raskólnikov leve às últimas consequências a morte histórica de Deus: se Deus não existe, tudo é permitido. Logo, Raskólnikov compreende que a modernidade capitalista, relativista e crescentemente individualista revoga o Não matarás e lhe abre o ímpeto de instrumentalização do outro – uma das facetas da banalidade do mal – como um verdadeiro teste niilista: seria Raskólnikov capaz de cometer um assassinato para afirmar o poderio de seu ego e ocupar o trono vago de Deus? Vale frisar que, em Crime e castigo, Raskólnikov concebe e executa os assassinatos – o planejamento inicial só envolvia a morte da usurária Alióna Ivánovna, mas, no momento do crime, a irmã da vítima aparece inusitadamente, e o jovem niilista se vê compelido a violar a fronteira do Não matarás uma vez mais (e sempre).