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No âmbito do processo de auscultação pública sobre o Diálogo Nacional Inclusivo, o Centro de Integridade Pública (CIP) recebeu, esta terça-feira, 7 de outubro, a visita de uma delegação da Comissão Técnica para o Diálogo Nacional Inclusivo (COTE), chefiada pelo seu Presidente, Edson Macuácua. A delegação foi recebida pelo Diretor Executivo do CIP, Edson Cortez, acompanhado pelo Coordenador de Programas, Lázaro Mabunda, e pelos pesquisadores Baltazar Fael e Ivan Maússe. O encontro teve como objectivo principal apresentar a metodologia de trabalho, a calendarização das actividades e os canais de comunicação da COTE no âmbito do processo de reformas em curso. Durante a visita, a COTE convidou o CIP a ser parceiro estratégico no processo de auscultação, através da partilha do seu acervo bibliográfico e experiência acumulada em matérias de governação, descentralização e integridade pública, entre outras — áreas directamente relacionadas com as reformas em análise. Reconhecendo o papel e a credibilidade do CIP como instituição de investigação e advocacia por políticas públicas transparentes, a COTE expressou interesse em colaborar na organização conjunta de mesas-redondas, conferências, seminários e outros eventos públicos destinados a promover um debate aberto e inclusivo sobre as reformas estruturantes que o país enfrenta. Na ocasião, o Presidente da COTE, Edson Macuácua, reiterou o compromisso da Comissão em assegurar um processo transparente, participativo e credível de condução do Diálogo Nacional Inclusivo. Por seu turno, o Diretor Executivo do CIP, Edson Cortez, manifestou total abertura à colaboração, sublinhando, contudo, que o sucesso do processo dependerá do compromisso e da seriedade dos decisores políticos que, em última instância, serão responsáveis por aprovar as propostas resultantes do diálogo. “Mais do que uma questão de procedimentos, trata-se de uma questão de responsabilidade nacional. As decisões que vierem a ser tomadas devem servir o interesse público e não conveniências partidárias, sob pena de comprometerem os objetivos do diálogo e reabrirem feridas políticas e sociais”, afirmou Cortez. O CIP reitera o seu compromisso com um processo inclusivo, transparente e orientado para resultados duradouros, que contribuam para a sustentabilidade da paz e o desenvolvimento democrático de Moçambique.