У нас вы можете посмотреть бесплатно 👁Os Olhos Humanos e os Olhos dos Animais Anatomia, Fisiologia e Percepção do Mundo👁 или скачать в максимальном доступном качестве, видео которое было загружено на ютуб. Для загрузки выберите вариант из формы ниже:
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A jornada da luz vai muito além do “enxergar”: este vídeo explora como diferentes espécies constroem realidades visuais completamente distintas a partir da mesma faixa estreita de luz que atravessa o cosmos. 👁✨ A partir da anatomia comparada, mostramos como humanos, serpentes, aves e moluscos transformam fótons, calor e movimento em mundos sensoriais quase incomunicáveis entre si. 🌈🔥🦅🐍🐚 O que você vai ver: A “Zona de Cachinhos Dourados” da visão: por que a vida enxerga em uma fatia mínima do espectro eletromagnético e como isso molda tudo o que chamamos de “realidade visual”. 🌍🌗 O olho humano como câmera biológica: córnea de alta convergência, íris e pupila como diafragma, cristalino ajustável e retina com milhões de bastonetes e cones trabalhando sob edição constante do cérebro. 👁🎥🧠 Ilusões inevitáveis: ponto cego, fóvea microscópica e sacadas oculares que o cérebro usa para fingir uma nitidez constante que, fisicamente, não existe. 🎯🧠 Serpentes e a visão térmica: como víboras, pítons e jiboias usam órgãos fossetais para detectar infravermelho através de termotransdução, com o canal TRPA1 atuando como receptor de calor ultra-sensível. 🐍🔥🌑 Fusão térmico-visual: no tecto óptico das serpentes, mapas de calor e de luz se sobrepõem, criando uma espécie de “imagem térmica” em tempo real para caça e defesa. 🎯🔥 Aves em “modo alta velocidade”: por que pequenos passeriformes enxergam o mundo como se fosse câmera lenta e como o trade-off entre resolução temporal (CFF) e acuidade espacial define as estratégias de caça de papa-moscas e de águias. 🐦⚡️🦅 Os olhos-espelho da vieira: até 200 minúsculos olhos que funcionam como telescópios refletores, usando cristais de guanina organizados em camadas para refletir a luz azul-esverdeada do ambiente marinho. 🐚🔬🌊 Retina dupla: uma camada para detectar sombras e movimentos de predadores e outra para capturar detalhes de fundo, num exemplo sofisticado de divisão de tarefas sensoriais. 👁🕶 Pupilas, posição dos olhos e tapetum lucidum: como predadores e presas esculpem sua visão em função da cadeia alimentar, de olhos frontais com estereopsia a olhos laterais com quase 360º de vigilância. 🐺🐴🌙 Ideia central: a evolução não cria o “melhor olho”, mas o olho certo para cada nicho — humanos brilham em cores e detalhes centrais, mas são cegos ao infravermelho das serpentes, à velocidade temporal das aves e à eficiência escura dos caçadores noturnos. 🌈👁🌑 Ao final, o vídeo convida a refletir: se cada espécie habita sua própria bolha perceptiva, até que ponto o “mundo” que vemos é apenas uma entre muitas versões possíveis da realidade iluminada. 💭🌍✨