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#ufmgtalks #minasgerais #300anos #ufmgtalksemcasa #pesquisa #iluminura #gastronomia Não há Drummond sem Itabira, Fernando sem Sabino, "zunido" de vento sem Pedro Nava, atravessamento sem Adélia Prado ou silêncio das ondas sem Ana Martins Marques; ah!, tantas e quantas estrofes por este caminho de pedras... E nem pensar Milton sem "tons geniais", Skank e Pato Fu sem Sepultura, travessias sem o Clube da Esquina. "Uai, sô!", boteco, torresmo, jiló frito sem fígado acebolado, quitanda, quermesse, quaresma, goiabada sem queijo, "cafezim" sem rapadura! E o Galo sem a Raposa, não é, Vander Lee? E "do lado esquerdo do peito", guardadinho num cantinho especial, o Coelho. Para comemorar os 300 anos de Minas Gerais, o UFMG Talks em casa recebe a visita da professora Márcia Almada, da Escola de Belas-Artes, e do professor José Newton Meneses, do Departamento de História. Vamos prosear sobre as origens da nossa cozinha, que remonta à época em que os tropeiros cruzavam os sertões. Reconhecida como patrimônio cultural imaterial, a culinária mineira é marcada pela fartura e pelos sabores; suas receitas, transmitidas de geração em geração e guardadas a sete-chaves, são parte viva da nossa cultura, do jeito mineiro de ser. E tempo vai ter para prosear também sobre uma tal arte de restaurar manuscritos do século XVIII, trem que a universidade deu pra chamar de Iluminura. Será que é coisa brilhosa, que nem vagalume? Sei, não! Ouvi falar que é vocábulo usado para o adorno de palavras com caligrafia elaborada, grafismos e pinturas requintadas. Este texto, modestamente, apenas enfatiza o que um mineiro da capital aprendeu em andanças por entre montanhas e chapadas. "Minas são muitas. Porém, poucos são aqueles que conhecem as mil faces das Gerais", anunciou um tal Rosa que andava lá pelos lados dos Guimarães. Então, arreda aí e anda logo. Se não, 'cê perde o horário do cata-jeca!