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No meu aniversário, meu pai disse: Eu queria que você nunca tivesse nascido —e ele não fazia ideia do que viria a seguir. Meu nome é samantha. Tenho 28 anos. “Eu queria que você nunca tivesse nascido.” Foi o que meu pai disse no meu próprio jantar de aniversário. 33 pessoas ouviram. As velas do bolo ainda estavam acesas. A cera mal começava a escorrer pela cobertura branca, com meu nome escrito em azul. Ninguém se mexeu. Ninguém pigarreou. Ninguém riu, como se fosse uma piada ruim. Minha madrasta, Marianne, apenas fez um pequeno aceno com a cabeça. Aquele tipo de aceno que se dá quando alguém confirma o horário de uma reserva. Calma, como se estivesse esperando que ele finalmente dissesse aquilo em voz alta. Minha meia-irmã Sophie não abaixou o celular. Ela apenas o inclinou levemente, ajustando o ângulo, e a luz vermelha de gravação piscava no canto da tela. Me observando, firme.Isso foi há 4 meses. Desde então, não gritei. Não enviei nenhuma mensagem de raiva. Não contei a ninguém como é ter seu próprio pai te apagar na frente de 33 testemunhas e de um bolo meio derretido. Mas eu fiz algo. Algo que fez Victor Meadows me ligar 27 vezes em uma única noite. As primeiras 10 ligações foram raiva pura, mensagens de voz rápidas e cortantes sobre respeito, família e como eu estava envergonhando ele. Da 11ª à 20ª ligação, as palavras começaram a se fragmentar. A fala desacelerou. As pausas ficaram mais longas. A 27ª chamada foi diferente. Não houve discurso, nem sermão, apenas respiração. E na 28ª ligação, a voz do meu pai não estava mais com raiva. Estava pedindo, Daniel, por favor, precisamos conversar. Eu não atendi.