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Aleluia! Aleluia! A letra desse hino é de autoria de Christoper Wordsworth, escrita em 1862 Baseia-se em 1Coríntios 15.20: “Mas agora, Cristo ressuscitou dentre os mortos, e foi feito as primícias dos que dormem”. No Hinário para o culto cristão aparecem as estrofes 1, 2 e 5 do hino original. A 1ª estrofe proclama louvor a Deus pelo fato da ressurreição de Cristo. A 2ª estrofe enfatiza o impacto da vitória de Cristo sobre o pecado e a morte. A estrofe final é uma grande doxologia trinitária. Nas suas “Aleluias” eleva-se o hino a um alto nível de louvor. Christopher Wordsworth nasceu em 30 de outubro de 1807, em Lambeth, Inglaterra, em uma família notável. Formou-se na célebre Universidade de Cambridge, onde foi brilhante estudante e atleta. Ordenado para o ministério anglicano, serviu em vários postos importantes da igreja. Foi considerado uma das maiores autoridades no grego do Novo Testamento, na sua época, sendo sua obra maior um comentário sobre toda a Bíblia, escrito entre 1856 e 1870. Wordsworth foi poeta de destaque e hinista prolífico e espontâneo. Para ele, “a primeira tarefa de um hino é ensinar a sã doutrina, e assim, salvar almas!”. Em 1862, ele publicou The holy year (O ano santo), com hinos para domingos e outras ocasiões como Páscoa e Natal. Dois terços dos hinos dessa coletânea são da sua autoria. Fonte: Extraído de Hinologia Cristã A música foi emprestada da Nona Sinfonia de Beethoven, composta em 1824 Ludwig van Beethoven nasceu em Bonn, Alemanha, no dia 17 de dezembro de 1770. Neto e filho de músicos, seu pai decidiu conquistar, através do filho, o prestígio que fora incapaz de obter. Com apenas cinco anos de idade começou a estudar cravo, violino e viola e levava tremendas surras a cada pequena distração. Com sete anos ingressou em uma escola pública, era tristonho e rebelde devido ao desentendimento com o pai, que era alcoólatra. Com oito anos participou de um recital na Academia de Sternengass e foi apresentado pelo pai como um gênio. Fonte: Ebiografia A Philharmonic Society of London ("Sociedade Filarmônica de Londres"), atual Royal Philharmonic Society (Sociedade Filarmônica Real), comissionou originalmente a obra, em 1817. Beethoven começou a trabalhar nela no ano seguinte, e a terminou no início de 1824, doze anos depois de sua sinfonia anterior. Seu interesse pela Ode à Alegria, no entanto, se iniciou com suas inúmeras tentativas de musicar o poema, ocorridas desde 1793. Beethoven estava ansioso para ver sua obra executada em Berlim o mais rápido possível após terminá-la. Acreditava que o gosto musical de Viena estivesse dominado por compositores italianos como Gioacchino Rossini. Quando seus amigos e patronos ouviram isso, insistiram para que ele estreasse a sinfonia em Viena. A Nona Sinfonia foi executada pela primeira vez no dia 7 de maio de 1824, no Kärntnertortheater, um teatro em Berlim. Embora a performance tenha sido regida oficialmente por Michael Umlauf, mestre de capela do teatro, Beethoven dividiu o palco com ele. A essa altura, Beethoven já estava totalmente surdo. No início de cada parte, Beethoven, sentado ao palco, dava indicações de tempo, virando as páginas de sua partitura e dando marcações a uma orquestra que não podia ouvir. O violista Josef Böhm escreveu: "o próprio Beethoven regeu a peça; isto é, ele ficou diante do atril (uma pequena estante para elr partitura) e gesticulou furiosamente. Em certos momentos se erguia, noutros se encolhia no solo, e se movimentava como se quisesse tocar ele mesmo todos os instrumentos e cantar por todo o coro. Todos os músicos não prestaram atenção ao seu ritmo enquanto tocavam." A estreia foi um grande sucesso. Enquanto a plateia aplaudia - os testemunhos não deixam claro se isto teria ocorrido no final do scherzo ou da sinfonia - Beethoven, que, em sua "regência", ainda estava atrasado em diversos compassos em relação à música que havia acabado de ser executada, continuava a reger, acompanhando a partitura. "o público recebeu o herói musical com o mais absoluto respeito e simpatia, e ouviu às suas criações maravilhosas, gigantescas, com a mais concentrada das atenções, irrompendo em jubilantes aplausos, frequentemente durante os movimentos, e, repetidamente, ao fim de cada um." Toda a plateia o aplaudiu de pé por diversas vezes; lenços foram erguidos ao ar, assim como chapéus e mãos, para que Beethoven, que não podia ouvir o aplauso, pudesse ao menos vê-lo. Beethoven deixou o concerto extremamente comovido. Fonte: Extraído de wikipedia org Sinfonia 9