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A286 - Mundo Mágico dos Anônimos Album: Prefira a Justiça antes do Perdão Letra e Produção: Reinaldo Manaresi Gravado, mixado e masterizado no estúdio Rap legitimo Contato Oficial www.a286oficial.com Whatssap (11) 94864 0042 Facebook: www.facebook.com/A286Oficial O Mundo mágico dos anônimos – A286 Letra: Reinaldo Manaresi Sem glamour pra não confundir o Principe e o sábio As nota que fazem sorrir... Não não... Só o necessário Pra que a ilusão das rosas não enterrem o Reinaldo Que esqueceu dos espinhos e acreditou no abraço Quantos as grades a base da saudade doutrinou Pra liberdade que sempre teve mais nunca deu valor Aqui vi homem chora perdido sem vaidade Irmão Só pedindo força pra segui E conforto pro coração O baguio é louco mesmo e vários de alegre tão nas pista Com as peças pesada em cima Sonhando em ser terrorista Que nem eu um dia cons parceiro das antigas Maquinando fita pra cata e lançar uns pano oh as brisa Matador de policia cons paiaco tatuado Mais Conhecido que alcapone pela verme da tático Aqui é mato infelizmente em vários me vejo é quente A 15 anos atrás, com mesmo intuito na mente No apetite pra cata os fuzil dentro do distrito Trazer o cit Do delegado pra nois Ta no giro Sei como é moleque, também viajei nos Nike Sonhei com uma móbilete sem ter nem uma bike Complexo De inferioridade não é afrodisíaco pra fêmeas Os flash não vem dos livro vem dos artigo que ostentam Na carência de paz e pátria no epicentro do abandono Eis a filosofia no mundo mágico dos anônimos Entre disparos e rezas só com o que nos resta O odor das flores não trazem lembranças de festas Onde a racionalidade que define O mal e o bem É matar e se mata pelos plaque de 100 E q que restou dos sonhos pra noites em claro sem sono Entende que o compra a cama não pagam o descanso Não deixa os venenos do cárcere as lágrimas mostra O verdadeiro sentido das nave dos pano de marca Ela não vai se desfazer do tênis do perfume preferido Quando a bala do Pm arranca seu sorriso Não tem preço o beijo, o abraço de um filho de manhã Num barraco de pau alagado na beira do córrego foda se No recanto das viúvas ouço o clamor dos órfãos Enquanto as rosas perfumam a cova dos nossos mortos Enquanto lágrimas apagam o que restou de você Faz entender que a saudade é pior que esquecer É tio e com meus velhos tristes fatos vou Tentando entender o sentido da vida do da paixão do amor O sentido divino do medo dos traumas de uma angústia esquecida A descrição Das lágrimas no rosto de uma criança sem justiça Confuso entre oportunos astutos covardes religião Onde a revolução pode ser um crime mas o crime não é revolução não Eu conheço a dor de enterra um irmão De morre de desânimo O mundo também Me ensinou a não acreditar nos meus sonhos E outra vez as brisa não saúdam conquista Não Neutraliza saudades pra tentar superar depressão E do velho point onde nois tanto rio na zueira Só restou lembrança das ideias e poeira Porra lembra da banca que batia ponto na quadra Quem não ta morto ta preso ou foragido da quebrada Mudam as formas a geração as armas mas não a Expressão cansada De quem ficou pra conta a história familiar frustrada Por que não foi suficiente a cicatriz da bala Os dias imóvel de fralda debilitado na maca Com o gambé da escolta torcendo pra morrer Os oito de ponta e só a coroa visitando você Não casou e deram netos como ela sonhou Mas fez chora se perguntando onde eu errei senhor? Com o quarto ainda do mesmo jeito que ele deixou Pra tentar manter viva a presença já que nunca mais voltou Mano, seu abraço é tudo que ela quer Sem Lacoste Oakley na cara o mizuno dos novo no pé Pode te esperar com mulher e filho no domingo A ligação que tranquiliza “ as crianças estão dormindo “ E quando chega a hora do caixão descer sem vida Que a fisionomia escreva “paz missão cumprida“ Truta, se o sol te deu outro dia faz diferente Antes que só restem flores pra dar e presente No recanto das viúvas ouço o clamor dos órfãos Enquanto as rosas perfumam a cova dos nossos mortos Enquanto lágrimas apagam o que restou de você Faz entender que a saudade é pior que esquecer