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Gravado em 24 de Janeiro de 2026 http://dallasbrsda.org Este sermão nos leva para dentro do drama mais profundo do livro de Oséias: um Deus que foi traído, mas que se recusa a desistir do Seu povo. Não é apenas uma exposição bíblica. É um confronto direto com a nossa forma de viver a fé. Oséias revela que o problema de Israel não foi abandonar Deus, mas tentar conciliá-Lo com outras seguranças. Prosperidade, alianças políticas, controle e autossuficiência tomaram o lugar da confiança. O nome de Deus continuava nos lábios, mas a aliança já não governava o coração. De forma impactante, Deus transforma a própria vida do profeta em mensagem. O casamento com Gômer se torna um retrato vivo do adultério espiritual de Israel. Não é um erro isolado, é um padrão consciente de rejeição do vínculo. E, sem perceber, o ouvinte descobre que a história deixa de ser apenas sobre Israel e começa a falar sobre nós. O sermão mostra que a metáfora do casamento nasce no Sinai. A aliança não é contrato, é relacionamento. Por isso o pecado não é tratado apenas como desobediência, mas como traição. Ainda assim, a graça se manifesta de forma escandalosa. Deus manda Oséias amar novamente a mulher infiel, revelando que Sua fidelidade é maior que a nossa infidelidade. Os filhos do profeta também se tornam mensagens vivas. Seus nomes anunciam juízo, disciplina e ruptura, mas ao mesmo tempo apontam para restauração. O juízo não é o fim da história. Ele é o amor que se recusa a mentir, o amor que prefere ferir para curar. O ponto mais forte surge quando Deus fala como Pai e não como juiz. “Como te deixaria, ó Efraim?” O texto mostra um Deus que não é frio, nem impessoal. É um Deus que se lembra do início da relação, do filho tirado do Egito, do amor que veio antes da lei. A justiça continua, mas o amor impede o extermínio total. O sermão termina com um convite, não com condenação. “Volta, ó Israel.” A resposta de Deus não é vingança, é cura. Ele não promete ausência de disciplina, promete restauração depois do arrependimento. Ele se apresenta como orvalho, não como tempestade. Essa mensagem não pergunta apenas se Deus ainda ama. Ela pergunta se ainda confiamos nEle. Porque toda idolatria começa quando trocamos confiança por controle. E toda restauração começa quando decidimos voltar.