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Estudo sobre o Livro: "NO MUNDO MAIOR" da obra de André Luiz, psicografia de Francisco Cândido Xavier Apresentação: 🎙 Marcia Copello e Telma Cerqueira Realização: TV Nova Luz e Centro Espírita Jorge Niemeyer. VISITE A NOSSA PLAYLIST http://bit.ly/4nd7wWC 🌿 Resumo do Capítulo 9 – Mediunidade Neste capítulo, André Luiz aprofunda seus questionamentos sobre os fenômenos mediúnicos, especialmente acerca do animismo — a hipótese de que certas comunicações espirituais seriam produções do próprio médium, e não de Espíritos desencarnados. Calderaro explica que a tese animista é respeitável e surgiu como forma de evitar abusos, mas passou a ser utilizada de modo rígido e inquisitorial, desestimulando médiuns iniciantes e atribuindo-lhes toda a responsabilidade pelos fenômenos. Ele esclarece que: A mediunidade não é mecânica, nem automática. Não funciona como uma lâmpada elétrica que transmite luz instantaneamente. É faculdade que evolui com esforço, disciplina e elevação moral. Exige sintonia vibratória entre médium e comunicante. Comparando o médium a uma ponte entre dois mundos, Calderaro afirma que o instrumento mediúnico precisa desenvolver qualidades como: Boa vontade Amor ao próximo Espírito de renúncia Elevação mental O fenômeno em si não é o mais importante. A mediunidade mais elevada começa na intuição pura, no contato íntimo da consciência com Deus — tendo como modelo supremo o Cristo. O capítulo culmina com a observação prática de uma sessão mediúnica. Um médico desencarnado tenta transmitir mensagem por meio da médium Eulália, com o objetivo de incentivar a assistência aos enfermos. A mensagem é simples e fraterna, mas o grupo encarnado rejeita sua autenticidade por não apresentar características técnicas do médico comunicante. Surge novamente a tese animista como justificativa. Eulália, sensível e sincera, quase se desanima diante das críticas. Calderaro, então, a ampara espiritualmente, fortalecendo-lhe a fé e demonstrando que: A boa vontade é porta essencial da mediunidade. O amor vale mais que a técnica. A elevação interior é o verdadeiro fundamento da comunicação espiritual. O capítulo encerra ensinando que a verdadeira mediunidade nasce de dentro para fora, e que o desenvolvimento espiritual exige autoeducação, fé vigorosa e aprimoramento moral contínuo. ✨ Essência do Capítulo Mediunidade é construção progressiva. O animismo não deve ser instrumento de acusação. Sintonia depende de estado mental. Tal pensamento, tal companhia espiritual. A boa vontade é a primeira chave da ascensão. A fé é força sustentadora do Espírito. Amor e sabedoria são alimentos da alma. A mediunidade mais bela começa na intuição pura.