У нас вы можете посмотреть бесплатно O MISTÉRIO DA GRAÇA или скачать в максимальном доступном качестве, видео которое было загружено на ютуб. Для загрузки выберите вариант из формы ниже:
Если кнопки скачивания не
загрузились
НАЖМИТЕ ЗДЕСЬ или обновите страницу
Если возникают проблемы со скачиванием видео, пожалуйста напишите в поддержку по адресу внизу
страницы.
Спасибо за использование сервиса ClipSaver.ru
Texto Base Jn 1: 17 – 2:10 Leitura Inicial – Jn 1:17 ¹⁷ Então o Senhor fez com que um grande peixe engolisse Jonas, e ele ficou dentro do peixe três dias e três noites. Mesmo sendo castigado, Jonas não foi esquecido por seu Deus. Ser engolido por um grande peixe pode não parecer à vítima um ato da bondade divina. Mas o peixe era o meio que Deus usou para levar Jonas à praia em segurança. A criatura que engoliu Jonas não foi uma baleia. "Baleia" é um erro de tradução do grego em Mt. 12:40. Três dias e três noites. Jesus aplicou o incidente ao Seu próprio sepultamento. Jonas não tinha orado durante a tempestade e os marinheiros clamaram freneticamente aos seus deuses. Agora ele sentia o desespero de sua situação. Os marinheiros tinham os seus próprios e variados deuses mas os abandonaram quando descobriram como o Senhor era poderoso. Jonas, entretanto, sempre conhecera o verdadeiro Deus. Essa era a sua dificuldade. Ele sabia que Deus se preocupa com o homem e mesmo assim tinha fugido dEle. Entre o abismo e a graça existe um lugar onde Deus ainda age, mesmo quando tudo parece perdido. Jonas afundou não apenas no mar, mas em suas próprias escolhas, e ainda assim não foi esquecido. No dia a dia, também confundimos correção com abandono, quando na verdade. O peixe não foi castigo final, mas abrigo inesperado; não foi fim, mas caminho. O silêncio de Jonas na tempestade revela o quanto podemos conhecer a Deus e ainda assim fugir dEle. Às vezes, Deus permite que fiquemos cercados para que sejamos despertos. O tempo no “fundo” não é desperdício quando produz arrependimento. Entre o abismo e a graça, aprendemos que Deus não nos salva de longe, mas entra na história para nos devolver à missão. A graça não nega o erro, mas transforma o lugar da queda em ponto de recomeço. O mesmo Deus que permite o fundo é o Deus que prepara a praia.