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[Verse 1 – muito lenta, só viola dedilhada baixa] Eu fico aqui sentado na porta velha de madeira Olhando o mato seco que eu plantei com essas mãos O vento sopra frio, leva poeira pro ar E o silêncio me abraça, uai, como um velho companheiro [Pré-refrão] Os filhos foram embora, levaram a risada e o barulho A mulher descansou debaixo da cruz no cemitério Sobrou só eu e o ranchinho caindo aos pedaços E essa dor que não passa, que fica no peito quieta [Refrão – voz rouca, quase sussurrada no começo, depois cresce na emoção] Ô melancolia que não tem fim Silêncio que pesa mais que a enxada no ombro Eu trabalhei a vida toda nessa terra dura E no final fiquei sozinho, sem ninguém pra me chamar Ô roça vazia, cerca tombada pelo tempo Eu nasci no sofrimento, vou morrer no esquecimento (Ôôô... melancolia...) (Ôôô... só eu e o silêncio...) [Verse 2] A chuva bate no telhado furado à noite Molha o colchão velho, molha a lembrança também Eu fecho os olhos e vejo os dias de antigamente Mas quando abro, é só vazio, é só o vento gemendo [Refrão] Ô melancolia que não tem fim Silêncio que pesa mais que a enxada no ombro Eu trabalhei a vida toda nessa terra dura E no final fiquei sozinho, sem ninguém pra me chamar Ô roça vazia, cerca tombada pelo tempo Eu nasci no sofrimento, vou morrer no esquecimento [Ponte – quase falada, pausa longa entre as linhas, viola sozinha chorando] Eu não peço mais nada... só um pouco de paz Mas a paz não vem... só o tempo que passa devagar Eu fico aqui esperando... quem sabe um dia alguém lembra Que ainda tem um velho aqui... esperando no mato [Refrão final – mais baixo, mais quebrado, fade out na viola] Ô melancolia... que não tem fim Silêncio que me come vivo... devagarinho Trabalhei tanto... pra nada no final Sozinho no mato... sozinho eu vou embora (Ôôô... melancolia...) (Ôôô... silêncio...)