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Apelidado de "Castelinho", o Palacete Bibi Costa é situado em uma área nobre de Belém e foi construído em meados de 1906, no período áureo de extração do látex da borracha na Amazônia. Encomendado em 1904 pelo Major Brício Costa e sua esposa, Anna Macdowell, projetado pelo arquiteto Francisco Bolonha, o prédio foi inaugurado em 1906 e já, de cara, recebeu como hóspede o então presidente Afonso Pena. Foi construído no tempo recorde de dois anos em um bairro que era ocupado por famílias da elite. Seguindo a linguagem eclética que representava a burguesia da época, o local também foi residência do major Carlos Brício da Costa, que tinha por apelido bibi costa. Até então, tratava-se apenas de uma bela obra eclética que celebrava a “belle époque” amazônica abastecida com o dinheiro do ciclo da borracha. Mas a casa foi a leilão com a morte de Costa em 1909 e teve como segundo dono o seringueiro José Júlio de Andrade, que fez fortuna no interior do Pará. Mesmo com a escravidão abolida, relatos apontam que Andrade mantinha pessoas aprisionadas no palacete. Ganharam força nessa época os boatos sobre escravizados trabalhando no palacete, embora nada disso tenha sido provado. Quando o seringalista deixou Belém em 1952, o Bibi Costa foi vendido para o comerciante Lauro Ramos e, 15 anos depois, repassado para o Departamento Nacional de Portos e Vias Navegáveis. A essa altura, as assombrações no local já eram famosas por não deixarem os funcionários públicos em paz. FONTE: DOL, O LIBERAL E O GLOBO