У нас вы можете посмотреть бесплатно Sangue de Mar e Sal — O Canto Épico de um Povo de Mar em versão Fado Moderno e Eletrónico или скачать в максимальном доступном качестве, видео которое было загружено на ютуб. Для загрузки выберите вариант из формы ниже:
Если кнопки скачивания не
загрузились
НАЖМИТЕ ЗДЕСЬ или обновите страницу
Если возникают проблемы со скачиванием видео, пожалуйста напишите в поддержку по адресу внизу
страницы.
Спасибо за использование сервиса ClipSaver.ru
#fado #fadomusic #edm #musicaportuguesa #musica #portugal #nação #nostalgia #fadonaalma #technomusic Uma viagem sonora épica onde a alma do Fado encontra o pulso da música eletrónica moderna. “Sangue de Mar e Sal” é um hino à identidade, à coragem e ao destino de um povo moldado pelo oceano. Vozes intensas em português europeu carregam a saudade e o orgulho ancestral, enquanto batidas techno, baixos profundos e synths arrebatadores transformam essa herança num poderoso manifesto de pista de dança. Entre a guitarra portuguesa, o dramatismo do fado e a energia do trance e da música de dança, este tema constrói uma ponte entre passado e futuro — escuro, emotivo e ao mesmo tempo luminoso e triunfante. Uma epopeia sonora sobre partir, resistir e nunca perder o rumo. Somos o mar. Somos o cais. Um fado moderno, eletrónico e épico — feito para sentir, cantar e dançar até ao fim. Letra: Ao longe brilha a luz do dia Onde o azul se faz deserto Levamos n'alma a profecia De um caminho sempre incerto O vento sopra na memória De quem o abismo desafiou Escrevemos nós a nossa história Onde o passado se ancorou O peito pulsa, o sangue ferve A névoa ergue-se do chão Que a sorte hoje nos reserve A glória desta imensidão Somos o mar, somos o cais Gente que vai e não volta mais Heróis do tempo, força e querer Nascidos para nunca perder Somos o mar, o eterno trilho Povo de outrora e do amanhã O destino é o nosso brilho No fulgor da luz da manhã A saudade é o pão da viagem De quem partiu sem despedida Guardamos dentro esta coragem Que faz sentido à nossa vida Não há tormenta nem lamento Que apague o brilho do olhar Seguimos fortes contra o vento Pelo desejo de encontrar O peito pulsa, o sangue ferve A névoa ergue-se do chão Que a sorte hoje nos reserve A glória desta imensidão Somos o mar, somos o cais Gente que vai e não volta mais Heróis do tempo, força e querer Nascidos para nunca perder Somos o mar, o eterno trilho Povo de outrora e do amanhã O destino é o nosso brilho No fulgor da luz da manhã Pela espuma e pelo sal Pelo orgulho ancestral Vencemos mundos, mar e ar Ninguém nos pode parar Somos o mar, somos o cais Gente que vai e não volta mais Heróis do tempo, força e querer Nascidos para nunca perder Somos o mar, o eterno trilho Povo de outrora e do amanhã O destino é o nosso brilho No fulgor da luz da manhã O destino é o nosso brilho... Até ao fim... Até ao fim...