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A nova rodada da pesquisa da Genial/Quaest introduz um elemento central na disputa presidencial: tanto Luiz Inácio Lula da Silva quanto Flávio Bolsonaro apresentam rejeição majoritária. Lula registra 54% de eleitores que afirmam conhecê-lo e não votariam nele. Flávio aparece com 55%. Estatisticamente, estão empatados dentro de qualquer margem de erro usual. O dado, por si só, revela um ambiente de alta saturação política. Entretanto, a análise não pode se limitar à rejeição isolada. Lula soma 42% entre os que declaram que o conhecem e votariam nele. Flávio atinge 36%. A diferença numérica parece pequena, mas a distância estrutural entre voto potencial e rejeição é distinta: Lula: diferença negativa de 12 pontos. Flávio: diferença negativa de 19 pontos. Isso significa que o senador precisa reduzir rejeição ou ampliar conversão em escala maior do que o presidente. Outro fator decisivo é o nível de conhecimento: Lula é conhecido por 96% do eleitorado; Flávio é conhecido por 91%. Isso altera a lógica estratégica. Não há grande espaço para crescimento via notoriedade. Ambos já estão consolidados na percepção pública. A eleição, portanto, não será decidida por quem se tornar mais conhecido, mas por quem conseguir reduzir resistência. Rejeição acima de 50% para os dois principais polos sugere que o pleito tende a seguir a lógica de mobilização de base e disputa nas margens moderadas. Em cenários assim, três variáveis tornam-se determinantes: Economia e percepção de renda; Capacidade de atrair eleitores de centro; Rejeição relativa no segundo turno. O vencedor não será necessariamente quem expandir mais rapidamente, mas quem apresentar menor resistência comparativa na fase decisiva. A pesquisa indica teto eleitoral comprimido para ambos. Não há inviabilidade matemática, mas há um ambiente de disputa apertada e altamente polarizada. A sete meses da eleição geral, o jogo está menos relacionado à conquista de novos públicos amplos e mais ligado à redução de rejeição marginal. Em eleições com esse desenho, ganha quem consegue ser menos rejeitado e não apenas quem tem base mais mobilizada. PESQUISA REGISTRADA NO TSE COM Nº BR00249/2026 #PesquisaQuaest #Eleiicoes2026 #RejeicaoEleitoral #CenarioPolitico #AnaliseDeConjuntura