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Açorianidade é a devoção aos Açores e a tudo quanto lhe diz respeito. São Jorge está inserido nesta devoção. Ilha de Lacerda, no coração do Atlântico, com as suas gentes e fajãs, com as suas belezas e encantos. A Fajã dos Bodes é uma fajã pitoresca, situada na Ribeira Seca, onde se celebra o Carnaval. A vontade e a resiliência das suas gentes motivaram, ano após ano, com a interajuda da população, a celebração desta data, num mote e lema de vida do ser ilhéu: que entre a terra e o mar vive o amor a esta ilha. Esta fajã serviu de sustento aos primeiros povoadores e, ainda hoje, na costa desta fajã, são visíveis a olho nu as ditas cabras da rocha. As suas gentes, simples e humildes, constatam a mudança dos tempos na ilha, que todos os dias representa uma oportunidade para recomeçar e sentir o seu ar puro e renovador. A cultura e a tradição, as vivências e o empenho fazem de São Jorge um traço de açorianidade que, de ano para ano, com o exemplo das gerações de ouro, pretende cultivar e ensinar às novas gerações a prosseguir o caminho e o destino prometido. Saudade de ser jovem. Saudade de outros tempos. Saudade da família e daqueles que não estão na ilha ou no centro do Atlântico. A vida prossegue, às vezes com lágrimas, outras vezes com sorrisos, que mostram que o ser ilhéu e a sua açorianidade, a sua identidade e herança, são valores que todos sentem e têm como motivação para continuar o caminho que a vida nos dá. Entre o pôr do sol e as suas cores vibrantes, há nos Açores exemplos raros e únicos no mundo, onde a perseverança e a resiliência, o respeito e a esperança, são cultivados há várias gerações em prol de uma ilha que se destaca pelo seu legado no Atlântico.