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Essa é uma das maiores controvérsias da dermatologia, da nutrição e da estética — e neste vídeo você vai entender o que a ciência realmente diz, sem promessas exageradas e sem achismos. Ao longo do conteúdo, analisamos estudos científicos recentes, explicamos os limites da fisiologia humana e esclarecemos por que ainda não existe um consenso definitivo sobre o uso do colágeno oral para a pele. 👉 Spoiler importante: colágeno oral não “repõe” colágeno da pele — mas isso não significa que ele não tenha nenhum efeito. Neste vídeo, você vai aprender: • Por que o corpo não direciona o colágeno ingerido especificamente para a pele • A diferença entre colágeno hidrolisado e peptídeos bioativos de colágeno • O que a ciência chama de sinalização celular e qual o papel dos fibroblastos • Por que o marketing promete mais do que a biologia permite • Quais resultados são possíveis — e quais não são — com a suplementação Também explico: • Por que muitos estudos ainda são limitados ou apresentam viés da indústria • O que já foi demonstrado em modelos celulares e o que ainda falta comprovar em humanos • Por que procedimentos estéticos continuam sendo o estímulo mais eficaz para produção de colágeno Para quem é este vídeo: ✔ Profissionais da saúde e estética ✔ Pessoas que suplementam colágeno ou pensam em suplementar ✔ Quem busca decisões baseadas em ciência, não em promessas A conclusão mais honesta até aqui: A suplementação com colágeno pode ter efeito indireto e modesto, principalmente como sinalizador celular, mas não substitui hábitos saudáveis, fotoproteção e estímulos locais adequados. 📚 Os artigos científicos apresentados ao longo do vídeo discutem essa controvérsia e ajudam a separar evidência de marketing. Assista até o final para entender quando faz sentido usar colágeno oral — e quando não.