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Como afirma bell hooks (1952-2021): "Muitas mulheres negras sentem que em suas vidas existe pouco ou nenhum amor. Essa é uma de nossas verdades privadas que raramente é discutida em público. Essa realidade é tão dolorosa, que as mulheres negras raramente falam abertamente sobre isso". Os impactos psicológicos deste preterimento são diversos e não se restringem exclusivamente aos relacionamentos amorosos; as amizades e o ambiente de trabalho podem gerar sentimentos que reforçam uma baixa autoestima da mulher negra. Nossa convidada Caroline Moreira, consultora de diversidade racial, mentora, CEO e Founder Negras Plurais, afirma que "falar de afeto é também falar de cuidado". Tati Cassiano, CEO e Founder Ubuntuyoga, afirma que "se permitir ser vulnerável é ser corajosa, a ponto de abraçar essa humanidade que nos é negada". Nossa convidada Sueide Kintê, jornalista griô, consultora e produtora cultural, ativista pelos direitos humanos das mulheres negras e poetisa, afirma: "Naturalizar a frustação como algo genuíno do ser humano é uma coisa que nos acalenta". Fontes de pesquisa: Geledés, Mundo Negro, Revista Marie Claire, Azmina, Redalyc.org e Correio Nagô. O Canal Preto gostaria de agradecer a participação de nossas convidadas: Caroline Moreira (Consultora de diversidade racial, mentora, CEO e Founder Negras Plurais) Tati Cassiano (CEO e Founder Ubuntuyoga) Sueide Kintê (Jornalista griô, consultora e produtora cultural, ativista pelos direitos humanos das mulheres negras e poetisa) Racismo. Ou você combate, ou você faz parte. Qual dos dois é você? #CanalPreto #EuCombato #RacismoEuCombato #MulheresNegras #Afetividades