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Caloiros Da Canção - Antologia da Pop Portuguesa dos Anos 60 (Vol. 5) Faixas / Tracklist: 01. Os Espaciais - O silencio (1966) 02. Conjunto Academico Joao Paulo - Chove (1965) 03. Simone de Oliveira - A Banda (1966) 04. Daniel Bacelar e Os Siderais - Anjo (Angel) (1966) 05. Efe 5 - Cartaxinho (1969) 06. Os Gambuzinos - Aida (1969) 07. Natercia Barreto - Cancao para uma noite (1968) 08. Os Claves - California Dreamin' (1966) 09. Ouro Negro - Cavaleiros do ceu (1962) 10. Artur Garcia - Porta secreta (1967) 11. Paulo de Carvalho - I'm Warning (1969) 12. Conjunto de Oliveira Muge - In un fiore (1966) 13. Miguel Ramos - I'm a Believer (1967) 14. Duo Arco Negro - Foi Numa Praia (1969) 15. Ouro Negro - Cuando calienta el sol (1962) 16. Marco Paulo - Milena (a da praia) (1967) 17. Daniel Bacelar e Os Siderais - Sou feliz sem ti (1966) 18. Conjunto Academico Joao Paulo - Hello, Dolly! (1964) 19. Chinchilas - Crying (1967) 20. Os Diamantes - A Yenka (1966) 21. Demonios Negros - Shaking All Over (1964) 22. Pop Five Music Incorporated - Fire (1969) 23. Eduardo Jaime - La bamba (1963) 24. Os Conchas - Oh Carol (1960) 25. Sheiks - Te Recuerdo (Missing You) (1967) 26. Os Claves - Daydream (1966) 27. Os Espaciais - Espero (1967) 28. Conjunto Academico Joao Paulo - It's Over (1965) 29. Natercia Barreto - Naquela manha d'oiro (1968) 30. Os Inflexos - Let Me Live My Life (1969) 31. Simone de Oliveira - Deshojada (1969) 32. Antonio Calvario - O Dia Mais Longo (1963) Foi em finais de Outubro de 1960. A Valentim de Carvalho lançava um disco de 45 rotações, duas canções de cada lado, metade do alinhamento por conta d'Os Conchas, a outra cabendo a Daniel Bacelar. Os primeiros apresentavam versões de Neil Sedaka e dos Everly Brothers. O segundo, que chegou a ser referido como o Ricky Nelson português, revelava dois temas originais. Com o título comum Caloiros da Canção, o disco assinalava o nascimento em disco do rock em Portugal. 50 anos depois, e com o mesmo título, uma antologia recupera, além dessas quatro canções, outros 25 temas de bandas que entre nós escreveram as primeiras páginas do rock'n'roll com bilhete de identidade português. O nome, Caloiros da Canção, na verdade não era senão o de um concurso que se acompanhava através do Clube das Dez, na Rádio Renascença. Os Conchas tinham ganho a categoria de "conjuntos". Daniel Bacelar não chegara a concorrer, mas foi integrado no EP como "revelação", como recorda Luís Pinheiro de Almeida, responsável por esta nova antologia, no texto que abre o booklet. "Tivemos o maior sucesso porque não havia música para a juventude", explica José Manuel Concha num dos testemunhos que lemos no mesmo booklet. "Ainda por cima cantávamos em português o que se passava lá fora e éramos uns putos giraços", acrescenta o músico que, contudo, lembra que "a tropa é que nos separou antes do tempo". Luís Pinheiro de Almeida recorda que nomes como Os Conchas, Daniel Bacelar, o Zeca do Rock, Fernando Conde e Victor Gomes "eram decalques do que se fazia lá fora, sobretudo depois da projecção em Portugal do filme Sementes da Violência". Mas depois "as próprias bandas portuguesas evoluíram noutro sentido" e a primeira grande influência que se sente no rock português chega com os Shadows "por causa do [filme] Mocidade em Férias, com Cliff Richard". Grupos como os Titãs ou o Conjunto Mistério "começaram a levar para as guitarras eléctricas canções de Zeca Afonso, e do cancioneiro popular português". A segunda fase chegaria depois, já sob a influência dos Beatles, "que começa com o Conjunto Mistério e a sua passagem para Quarteto 1111, e depois do concurso no Teatro Monumental", descreve. Caloiros da Canção conta precisamente esta história. Com o formato de um disco de 45 rotações em vinil (reproduzindo a capa do histórico EP de 1960), apresenta no CD1 as quatro faixas desse disco pioneiro e, no CD2, um alinhamento que recolhe canções que evocam o rock português dos anos 60 através de bandas como os Sheiks, o Conjunto Mistério, o Zeca do Rock, os Espaciais, o Quarteto 1111 ou o Conjunto Académico João Paulo. Mas "há milhares de coisas que ainda estão por desvendar", alerta Luís Pinheiro de Almeida.