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Este é o décimo quarto episódio da série “A Travessia da Alma” — uma jornada simbólica e psicológica pelo processo de individuação, onde a busca pelo sagrado deixa de apontar para fora e retorna ao centro que sustenta a vida. Inspirado na psicologia analítica de Carl Jung, este episódio mergulha no encontro entre o sagrado e o Self: o momento em que a imagem de Deus projetada no céu começa a ser reconhecida como eixo interior da psique. Não como divinização do ego, nem como negação do mistério, mas como descentração — o ego deixando de ser soberano para se tornar instrumento. Aqui, a religião não é tratada como erro, mas como tentativa simbólica de acessar algo maior. O problema surge quando os símbolos se fixam, quando a experiência viva é substituída pela obediência e quando o sagrado permanece apenas fora, gerando culpa, cisão e dependência. O reencontro com o Self não destrói a fé — ele a reintegra. O episódio atravessa o símbolo do Cristo interior como imagem universal da união entre opostos: humano e divino, limite e transcendência, carne e espírito. Não como promessa futura ou ideal moral, mas como processo psíquico encarnado, vivido no confronto com o ego inflado, na rendição simbólica e na reorganização silenciosa da consciência. O Deus interno não fala por mandamentos nem por ameaças. Ele orienta por coerência. Quando a vida se afasta do centro, algo adoece. Quando se aproxima, algo se aquieta. Essa quietude não é euforia espiritual — é alinhamento. É a bússola íntima do Self regulando escolhas, relações e limites. Este não é um episódio de respostas finais, nem de iluminação. É um assentamento. Um retorno ao eixo. O mistério não desaparece — torna-se mais íntimo. E talvez seja isso que sempre esteve por trás da busca humana por Deus: não uma fuga da condição humana, mas um retorno ao centro que a sustenta.