У нас вы можете посмотреть бесплатно LuKá EmmE - Lição de vida ( O que muitos não sabem ) или скачать в максимальном доступном качестве, видео которое было загружено на ютуб. Для загрузки выберите вариант из формы ниже:
Если кнопки скачивания не
загрузились
НАЖМИТЕ ЗДЕСЬ или обновите страницу
Если возникают проблемы со скачиванием видео, пожалуйста напишите в поддержку по адресу внизу
страницы.
Спасибо за использование сервиса ClipSaver.ru
Booking / Management: mc_m_management@hotmail.com Fan Page: / lukaemme A cota queria, Notas na escola e eu queria deixa-la, Porque eu só queria musica e ler notas na escala, Lembro-me de andar na rua com uma flauta na mão, Sem dinheiro para cadernos fazia pautas no chão, Escrevia claves de sol e pouco mais eu sabia, Nem eu sabia que a musica seria o meu dia a dia, Comecei a fazer concertos com uma trompete sem concerto, E mesmo para quem duvidava eu desde já agradeço, Era mais um puto da aldeia sem futuro definido, Parti em buscada carreira com saudades dos amigos, Deixei a terra conhecida por aldeia vermelha, Terra que muitos criticam mas nem fazem ideia, Se pudesse recuar no tempo nunca teria saido, Tornei-me artista mas descobri um mundo triste e fodido, Desespero e loucura já nem sabia quem era, A minha melhor amiga o nome dela era wella, De punhos serrados obrigado a causar muitos estragos, Bati em drogados, embriegados e em gajos frustrados, Mal comecei a crescer com a fama a aparecer, Muitos passaram para o meu lado mas outros queriam-me foder, Levei chapadas nas trombas como nem sequer imaginas, Chegava a casa e vingava-me em rimas assassinas, Que eu fazia, escrevia, cuspia e matava, A minha tropa reunia e montavamos logo a caçada, E chapada a chapada fui ganhando respeito, No meu pelotão só entrava quem merecesse esse direito, Era a lei da rua que controlava a minha vida, De phones na cabeça sempre a curtir uma batida, A tropa sempre reunida, o bro enrola mais um, Marginalidade assumida, direita esquerda PUM PUM! Mas não era este o futuro que desejava p'ra mim, E eu só sonhava e tentava pôr um fim, Sentia-me um palhaço com uma mascara na cara, Porque por tras do sorriso estavam memorias de pancada, Tive bairros inteiros atras de mim p'ra me bater, Mas a fome de pancada nada me deixava a temer, Eu saia e enfrenteva, já me chamavam heroi, A pouco e pouco eles caiam e já tremia: - "Calma Boy!" Dei tantos socos na cara, derrubei tanta gente, Toda a gente me matava... mas nem um se chegava à frente, As cicatrizes dos meus punhos já ninguem as apaga, Marcaram-me as mãos mas eu marquei-vos a cara, Depois de noitadas e mocadas entrava sempre ao serviço, Perguntavam e suspeitavam que a minha vida fosse isso, Larguei a profissao que tinha, deixei de ser Trompetista, Arruinei a minha vida, tinha um futuro brilhante a vista, Mas os stresses já eram tantos que eu já não aguentava, Já so esperava matar alguem ou se alguem me matava, Larguei tudo e bazei mas deixei a minha marca, Passei fome e dormi em sitios bem piores que barraca, Voltei a terra e iniciei a gravação do CD, Acolhido por Coimbra e o sucesso é o que se vê, Mudei de vida e hoje em dia digo que sou alguem, Graças ao Grouse porque sem ele eu não era ninguem, Agora vivo da musica eu vivo p'ra arte, E os stresses que não conhecias, conheces agora. Faz parte! A moral deste som é que a vida dá voltas, E quando tu te revoltas mais stresses tu soltas, E na altura os meus brother's levantavam-me do chão, Hoje em dia só quero paz e ensinar-te esta Lição...