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Os Emirados Árabes Unidos podem estar entrando diretamente no centro da guerra no Golfo. Nas últimas horas, uma série de eventos levantou preocupações sobre a expansão do conflito regional. Relatos indicam ataques com drones contra instalações petrolíferas em Fujairah, incêndios em um petroleiro ligado a interesses norte-americanos nas proximidades de Sharjah, além de ameaças explícitas de Teerã contra infraestruturas portuárias e militares nos United Arab Emirates. Ao mesmo tempo, autoridades iranianas afirmam que instalações utilizadas por forças dos Estados Unidos nos Emirados — incluindo portos, centros logísticos e bases aéreas — podem ser consideradas alvos legítimos caso sejam usadas em operações contra o Irã. Esse cenário ganha ainda mais relevância quando se observa o papel estratégico dos Emirados na arquitetura militar americana no Golfo. Instalações como a Al Dhafra Air Base e o porto de Jebel Ali Port funcionam como centros logísticos essenciais para operações do United States Central Command na região. Relatos adicionais mencionam ataques contra agências do Citigroup em Dubai e Manama, levantando a possibilidade de que a guerra esteja se expandindo para alvos econômicos ligados aos Estados Unidos. Neste vídeo analisamos os ataques mais recentes na região do Golfo, o papel logístico e militar dos Emirados no conflito, a importância estratégica de portos como Fujairah e Jebel Ali e os possíveis impactos dessa escalada para o comércio global de energia. Com cerca de 20% do petróleo mundial passando pelo Strait of Hormuz, qualquer ampliação do conflito nessa região pode ter consequências muito além do Oriente Médio.