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Kwanzaa pertence a tradições muito antigas das celebrações pela temporada das colheitas em África praticadas entre os povos do sudoeste africano. A festa é baseada em manifestações tradicionais datadas da pré- colonização europeia de, por exemplo, Egito e Etiópia, em especial associadas às intenções em torno do bom cultivo. Ela propõe uma recriação do vínculo entre as comunidades do continente, da diáspora africana e suas raízes. A utilização da palavra Kwanzaa para denominar a celebração foi destacada da frase "Kwanza do ya matunda", em swahili (ou suaíli, em português, a língua mais falada em África ao sul do Saara e considerada uma das línguas oficiais da União Africana), traduzida como "primeiros frutos da terra", na sua ligação com os significados da (boa) colheita e a sabedoria oriunda da ciência da agricultura enquanto sustentadora do mundo – a celebração ocorre em agradecimento às colheitas. A celebração do Kwanzaa foi idealizada, em 1966, pelo Dr. Maulana Karenga (1941), um reconhecido estudioso e ativista afro-estudanidense também acadêmico e catedrático de Estudos Negros. Segundo o Dr. Karenga, o feriado teve origem no movimento nacionalista preto do país, cujos objetivos foram/são o de criar uma consciência sócio-histórica entre as comunidades negras nacionais. O Kwanzaa é celebrado por pessoas afro-estadunidenses e negras da diáspora, com a duração de sete dias – as comemorações têm início em 26 de dezembro e finalizam-se em 1º de janeiro –. Entre muita fé, comida, música e dança, o Kwanzaa surge com o propósito de resgatar a memória da população africana. Fontes de pesquisa: Guia Negro e Mundo Negro. O Canal Preto sempre agradece às convidadas e convidado a disponibilidade, o apoio, a confiança e a partilha de conhecimento. Suas falas são a maior referência utilizada na e para a construção de todo conteúdo publicado ao longo da semana. Carlos Machado (Gyasi Kweisi) - Bacharel, licenciado, mestre em História pela Universidade de São Paulo (USP) e doutorando pela Faculdade de Educação da mesma universidade. Professor da rede pública municipal de São Paulo, colunista e membro do Conselho Editorial da Revista RAÇA Brasil. Autor dos livros "Gênios da humanidade. Ciência, tecnologia e inovação africana e afrodescendente" (DBA Editora, 2017) e "Wakanda para sempre. Tradições africanas milenares decifradas para entender o filme 'Pantera negra'" (Amazon, 2019). Aza Njeri - Professora da PUC-Rio de Janeiro (RJ), doutora em Literaturas Africanas, youtuber e podcaster. Roteirista e escritora. Luanda Maat (Luanda Ribeiro do Nascimento) - Cientista social e pesquisadora independente de Estudos Africanos. Homenageada da exposição "Black Brazilian women: presence and power" (2017, State University of New York). Assistente especial do Diretor Regional do escritório brasileiro da Fundação Ford e integrante do Comitê de Diversidade, Equidade e Inclusão da mesma organização. Racismo. Ou você combate, ou você faz parte. Qual dos dois é você? #Kwanzaa #CanalPreto #RegastedasRaízes #ParaTodoMundoVer: no vídeo, vemos as seguintes convidadas e convidado, nesta ordem de aparecimento: Carlos Machado (Gyasi Kweisi), homem negro de pele escura e cabelos curtos, usa óculos com armação quadrada e veste camiseta preta com motivos estampados em verde, amarelo e vermelho; Luanda Maat (Luanda Ribeiro do Nascimento), mulher negra de pele retinta e cabelos cacheados curtos aloirados, usa óculos de armação quadrada e veste blusa de manga longa off- white; e Aza Njeri, mulher negra de pele clara e cabelos em dreads curtos, veste regata com estampa colorida.