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Enquanto as Freiras se Divertem, Edgar Pereira. Copyright © 2016 faixa 3 do EP "Protetora dos Bêbados e Mal Amados" que será lançado no Carnaval de 2017 Letra: Edgar Pereira Interpretação: Edgar Pereira e Juçara Marçal Beat: Lum (Ordem Natural) Guitarra: Kiko Dinucci Gravação, Master e Mix: DJames Lanza no DS ProStudio Produção Executiva: Brunon Berkeras - Direção Visual: Lucas Negrelli Roteiro: Edgar Pereira Finalização: Renato Pascoal - Produção: Quitanda Filmes Vinicius Nascimento aka Cientista Renan Alves Leandro Tuim Júlia Midory Shin Ida Daniel Ferreira Vitor Humberto Ingrid Marques - Atuação: Guinho Nascimento Edgar Pereira Silvio Freitas Rodolfo Feitoza Vitor Humberto Rodrigo Negrelli Letra: Saio de minha casa agoniado Bebo, bebo, bebo, bebo pelo gargalo Recuperando minhas asas de artesanato Reparo que decolo, mas não tão alto A vida de gole em gole, te engole Caio no chão, torto igual um fio de cobre Eu sou mais um amante da lucidez Que é traído pela embriaguez ao fim do mês Paz a quem se fez como um livro em sua estante Nesse instante avisto um militar espancando um professor e um estudante A respaldo de suas leis, eu sei Eles exercitam seu lado ignorante Com seus braços cheios de músculos E os seus pintos mínusculos E os seus cérebros de moluscos Reproduzem a violência pelas ruas e os cantos mais escuros, como ratos E os ratos que me perdoem por essa comparação Eu quero é ter aulas de direitos cívis nas escolas públicas Para que nossas crianças possam se defender verbalmente sem gastar nenhuma rúpia Sendo o mesmo amor militante ou meliante Palavra... Filho da ditadura Resquício bêbado do sangue derramado regurgitando a bílis Embriagados com o sangue de cri$to vomitando a bíblia Quebro o copo e escuto um palavrão Tem gente que fala mais desgraça que a televisão Encosto a minha cabeça no balcão Fecho os olhos e espero a proxima explosão Pra terminar Bêbado em casa Com três dedos na guela Vomitando anseios, raiva e uma gosma amarela Pra acabar deitado no abraço da cama Vomitando esfihas e lama Cachaça Comtemporânea (Juçara Marçal) A tela explode Autopsia da autonomia Assistimos a violência gratuita Como espectadores famintos, Na noite pessoas passam frio outras só passam... A desigualdade desfila breaca entre nós Tudo é nublado e sujo Bêbados entram em cena e cospem fogo em plena sexta-feira Incendeiam a cidade sem saber que ela está prenha Mantenha a calma Nessa noite só morre quem não tem mais alma