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Quer aprender a jogar como eu jogo? https://citrine-tiara-576.notion.site... ***** 00:00 Introdução 00:11 Mephisto MM V 01:07 Avaliação da engine 03:12 Partida 20:18 Meus ratings 25:33 Avaliações do Chess.com e Lichess 26:24 Por que desisti? 26:55 Pós-créditos ---- Meus links: https://linktr.ee/DioMonteiro Link da partida: https://lichess.org/X7vG5qVH Links do Mephisto MM V: https://www.chessprogramming.org/Meph... https://groups.google.com/g/rec.games... ---- Neste vídeo, uma partida de xadrez na qual acertei 84% dos lances me fez desistir do jogo. Tudo começou quando enfrentei o Mephisto, um tabuleiro eletrônico avançado. O Mephisto é notável e belo; você organiza as peças, e ele registra os movimentos automaticamente graças ao seu computador interno. O nível de jogo oferecido é competitivo, sendo uma excelente ferramenta de treino, especialmente no tabuleiro físico, que apresenta uma dinâmica completamente diferente de jogar online. Eu tentei usar peças 3D em plataformas online, como mostrei em outro vídeo, defendendo essa prática, mas jogar online com 3D é tão eficaz para melhorar seu jogo no tabuleiro físico quanto jogar Mortal Kombat seria para melhorar suas habilidades em uma briga real. Afinal, o tabuleiro 3D ainda é exibido numa tela 2D. Nesta partida específica, a engine comparou meus lances com os melhores lances possíveis e concluiu que eu realizei 84% dos melhores lances. Atualmente, a palavra do Stockfish é aceita como a verdade; o lance que ele indica como o melhor é, de fato, o melhor. As engines transformaram o xadrez em uma questão de matemática pura e cálculo, eliminando praticamente o estilo individual do jogo. Existem basicamente três categorias de lances: o correto, os menos corretos e os errados. Diante desse cenário matemático, me questiono: existe "estilo" na matemática? Há quem diga que não sabe a tabuada porque memorização é uma técnica antiquada, algo da "era romântica", e hoje temos calculadoras. Alguns até afirmam que "um mais um é sempre mais que dois" por adotarem um estilo musical ou poético. No entanto, um lance bonito mas errado sempre perderá para um lance feio mas correto. Tenho uma aversão particular por jogadores tão fracos quanto eu, ou piores, que afirmam ter um "estilo" de jogo agressivo ou posicional, ou se descrevem como jogadores "universais". Como alguém com um rating de 1500 pode falar de estilo se mal sabe executar um mate básico com bispo e cavalo, ou dois bispos? É uma coisa afirmar que Tigran Petrosian tinha um estilo posicional e Mikhail Tal era agressivo e tático; é outra completamente diferente um jogador de 1500 falar isso de si mesmo. Durante a partida, enfrentei o Mephisto e comecei com e4, ao que ele respondeu com a Siciliana, minha abertura menos favorita. Optei por mover meu cavalo para c3, tentando surpreender com uma Siciliana fechada, algo que meu oponente eletrônico provavelmente não esperava. Ao longo do jogo, a máquina frequentemente não gostava dos meus lances, indicando que eles não estavam entre os três principais recomendados pela engine. Isso significa que, em muitos casos, meus movimentos eram matematicamente incorretos ou, pelo menos, não tão corretos. Isso me levou a questionar a utilidade de tentar surpreender meu oponente com uma abertura que acabava me surpreendendo também, já que eu rapidamente me encontrava fora do livro de aberturas, fazendo improvisações já no quarto lance. Conforme a partida progredia, eu me frustrava cada vez mais ao ver que minha compreensão do jogo parecia superficial comparada à precisão fria e calculista do Stockfish. Isso culminou em uma profunda reflexão sobre o quanto realmente entendia de xadrez, levando-me a questionar minha continuidade no esporte que, até então, eu tanto amava. Era evidente que eu não entendia xadrez no nível que imaginava, e isso me fez desistir, não por falta de paixão, mas por um doloroso reconhecimento de minhas limitações.