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QUANDO O VÉU NÃO FECHA MAIS Intro Se essa for a última Que não seja limpa Que não seja fácil Que não seja confortável Algumas verdades não fecham ciclo Elas rompem Verso 1 Se essa for a última, que seja sem pedir licença, cada sílaba em estado bruto, sem filtro de crença. Não vim pra agradar ouvido treinado em ruído fácil, vim pra riscar no tempo algo que fique indomável. Aprendi que o mundo gira por pactos invisíveis, assinados no hábito de aceitar o previsível. Não é rebeldia, é lucidez sem maquiagem, quem olha fundo demais perde o gosto pela margem. Carrego silêncio onde outros buscam palco, tem verdade que só vive longe do holofote raso. Se isso soa denso é porque não foi feito pra massa, é pra quem aguenta o peso de rasgar a própria carcaça. Ponte 1 Nem tudo que termina é fim de missão, às vezes é só a alma fechando um ciclo em expansão. Refrão (ÚNICO – desta música) Se essa for a última linha que eu deixar no ar, que ela atravesse o tempo sem pedir pra ficar. Não escrevo pra salvar, nem pra convencer ninguém, escrevo porque a verdade não aceita refém. Verso 2 A vida não explica, ela expõe quem observa, o resto é distração pra quem nunca preserva. Não confunda luz com discurso organizado, tem sombra que ensina mais que templo decorado. Eu vi promessas morrerem por medo de escolha, gente pedindo sinal enquanto ignora a própria voz. Não sou profeta, nem soldado de sistema algum, sou falha consciente tentando ficar comum. E quanto mais perto do fim, mais limpo fica o olhar, porque vaidade nenhuma atravessa o último portal. Ponte 2 O que é real não corre, não grita, não implora, só permanece quando tudo mais vai embora. Refrão Se essa for a última linha que eu deixar no ar, que ela atravesse o tempo sem pedir pra ficar. Não escrevo pra salvar, nem pra convencer ninguém, escrevo porque a verdade não aceita refém. Verso 3 Quando o véu afina, não sobra personagem, cai o discurso bonito, sobra a verdade em carne. Descobri que consciência cobra pedágio alto, não em dinheiro — em solidão e auto-impacto. Quem vê demais não consegue se anestesiar, não aceita mentira só pra se integrar. E não é orgulho, é consequência interna, algumas portas abertas não fecham mais nunca. Aprendi que missão não vem com aplauso, vem com noites longas e o peito em cansaço. Mas sigo, mesmo cansado de sustentar visão, porque negar o que vi seria mutilação. Ponte 3 Nem toda travessia pede chegada, algumas só pedem firmeza na estrada. Refrão Se essa for a última linha que eu deixar no ar, que ela atravesse o tempo sem pedir pra ficar. Não escrevo pra salvar, nem pra convencer ninguém, escrevo porque a verdade não aceita refém. Rap Final (EXTENSO – AGORA NO PADRÃO CERTO) No gelo da Antártica o mundo finge não ver, anomalias que não cabem no que ensinam pra você. Não é só pedra e frio, é frequência suspensa, ponto onde espaço e tempo perdem crença. Não é portal de filme nem fantasia vazia, é dobra perceptiva fora da geometria. E por isso escondem, chamam de teoria, porque quem acessa não aceita hierarquia. No Japão, pedras antigas vibram sem som, Iwakura não é rocha — é estado de tom. Quem sente entende sem precisar tocar, quem só mede com régua nunca vai cruzar. Tem porta no deserto, na montanha, no mar, não marcada em mapa pra não ser profanada. Não é turismo místico nem rito popular, é alinhamento interno difícil de sustentar. Portais não são buracos rasgando o chão, são estados mentais fora da programação. A Matrix não é tela, é repetição, medo ensinado até virar convicção. Gente defendendo prisão como se fosse abrigo, porque liberdade exige encarar o próprio vazio. E o maior segredo que evitam dizer: ninguém te prende — você aceita se render. O portal mais difícil não tá em lugar nenhum, é parar de mentir pra si mesmo e continuar comum. E se isso pesa, não é ataque, é ativação, algumas verdades não pedem aceitação. Elas só ficam — corroendo a ilusão, até o véu cair por exaustão. Ponte Final Se alguém ouvir isso quando tudo ruir, lembra: despertar também é saber partir. Refrão Final Se essa for a última linha que eu deixar no ar, que ela atravesse o tempo sem pedir pra ficar. Não escrevo pra salvar, nem pra convencer ninguém, escrevo porque a verdade não aceita refém. #espiritualidade #dakila #jesus #dimensional #music #rap #amor #despertardaconsciencia #evolução