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Décio de Abreu – O eterno “Esquerdinha” da Portuguesa No dia 7 de março de 1962, nascia em São Paulo um ponta-esquerda de talento raro, dono de uma perna canhota refinada e de uma das comemorações mais marcantes do futebol paulista: Décio de Abreu, o Esquerdinha. A paixão pelo futebol começou cedo. Em 1976, ainda menino, ele ingressou nas categorias de base do Palmeiras, atuando no dente-de-leite como ponta-esquerda. Quatro anos depois, em 1980, seria promovido ao time profissional, sob o comando de Jorge Vieira e Rubens Minelli. Apesar da pressão que recaía sobre o clube e da pouca idade — apenas 17 anos —, Esquerdinha demonstrava personalidade, habilidade e uma velocidade impressionante pelos lados do campo. Pelo Verdão, disputou 58 partidas, marcou 4 gols e deixou boa impressão. Em 1984, foi emprestado ao Santo André, onde viveu uma ótima fase. O time fez campanha surpreendente no Campeonato Brasileiro, e o ponta-esquerda começou a se destacar entre os torcedores e os olheiros dos grandes clubes paulistas. O salto da carreira veio em 1985, quando o Palmeiras negociou seu passe com a Portuguesa. A troca envolveu o meia Mendonça, que saiu da Lusa rumo ao Parque Antártica, enquanto Esquerdinha seguiu o caminho inverso. No Canindé, o ponta viveu o auge da carreira: foi um dos grandes nomes do time vice-campeão paulista de 1985, formando uma linha de ataque memorável ao lado de Toninho, Edu Marangon, Toquinho, Jorginho e Luís Muller. Sua habilidade, velocidade e inteligência tática chamaram a atenção do técnico Evaristo de Macedo, que o convocou para a Seleção Brasileira ao lado do companheiro Edu Marangon. O momento coroava o talento do ponta, que também encantava os torcedores com sua comemoração única: após marcar um gol, beijava o pé esquerdo — gesto que virou sua marca registrada. Em 1987, Esquerdinha transferiu-se para o Marítimo de Portugal, onde disputou três temporadas regulares na Primeira Divisão. Apesar do bom desempenho individual, o clube madeirense lutava constantemente contra o rebaixamento, o que limitou o brilho do jogador. Ainda assim, o brasileiro deixou saudades pela dedicação e pela qualidade técnica. De volta ao Brasil em 1991, passou por uma série de clubes tradicionais do interior paulista: Juventus da Mooca, União São João, Ponte Preta, XV de Jaú, Bragantino, São Caetano, XV de Piracicaba, Santo André, Matonense e São carlense, onde encerrou a carreira em 2001, aos 39 anos. Mesmo nas últimas temporadas, seguia fiel ao seu estilo: ponta clássico, driblador e sempre beijando o pé esquerdo após balançar as redes. Com o fim da carreira como jogador, Esquerdinha manteve-se no futebol. Trabalhou como técnico das categorias de base da Portuguesa, comandou o sub-20 do Taubaté e, mais tarde, o sub-15 e sub-17 do Santo André. Em 2010, assumiu a equipe profissional do Juventus da Mooca, e no ano seguinte dirigiu o Serrano, da Bahia. Hoje morador do bairro de Santana, na zona norte de São Paulo, Décio de Abreu segue acompanhando o futebol, embora com certa nostalgia. “Os pontas praticamente desapareceram. Antigamente, existia triangulação entre lateral, meia e ponta. Isso acabou, e o futebol perdeu um pouco de sua beleza”, lamenta o ex-jogador. Ídolo da torcida lusitana e símbolo de uma geração de grandes pontas, Esquerdinha representa uma época em que o futebol era jogado com arte, leveza e alegria — e em que cada gol merecia, como ele fazia, um beijo cheio de gratidão no pé esquerdo que tanto encantou os gramados brasileiros. fica aqui a nossa homenagem, ao grande ponta esquerda, esquerdinha.