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#urologia #urologista 📲 Acompanhe também as redes sociais: Facebook: / lucasfgomesurologista Instagram: / drlucasgomesurologista A cirurgia da próstata é um procedimento comum, mas não deixa de gerar um grande medo entre muitos homens. Esse receio está geralmente relacionado ao impacto que a operação pode ter na vida sexual, o que acaba tornando o processo de decisão muito mais difícil. Primeiramente, é importante reconhecer que esse medo está enraizado em experiências de homens que, no passado, sofreram com consequências negativas, como a disfunção erétil, após realizar a cirurgia. Embora esses casos existam, a boa notícia é que, com os avanços na medicina e nas técnicas cirúrgicas, a probabilidade de complicações sérias tem diminuído consideravelmente. Contudo, a cirurgia da próstata não é um procedimento único, e o tipo de intervenção dependerá do problema a ser tratado. Existem basicamente dois tipos de cirurgia da próstata. O primeiro é a cirurgia para tratar a hiperplasia prostática benigna, que é quando a próstata aumenta de tamanho e começa a obstruir a passagem da urina. O objetivo dessa operação é desobstruir a uretra, melhorando o fluxo urinário e reduzindo os sintomas como a dificuldade para urinar e a necessidade de acordar várias vezes durante a noite. Esse tipo de cirurgia pode ser realizado de diversas maneiras, incluindo a ressecção transuretral (RTU), o uso de laser ou até mesmo procedimentos minimamente invasivos como o Urolift e o Rezum. Por outro lado, a segunda cirurgia é a prostatectomia radical, realizada no caso de câncer de próstata. Esse é um procedimento mais complexo e envolve a remoção total da glândula prostática, e muitas vezes das vesículas seminais. Quando feita para tratar câncer, a cirurgia é mais extensa, e pode afetar estruturas próximas, como os nervos responsáveis pela ereção, o que a torna um fator de risco para problemas sexuais. Quando se trata da cirurgia para a hiperplasia prostática benigna, o impacto na função sexual tende a ser menor. Isso ocorre porque os nervos responsáveis pela ereção, localizados fora da próstata (na chamada "casca" da glândula), geralmente não são afetados durante a cirurgia. Os procedimentos que visam desobstruir o miolo da próstata, como a ressecção ou o uso de laser, não costumam danificar esses nervos. Assim, a disfunção erétil é uma complicação rara após a cirurgia para próstata aumentada. No entanto, é importante ressaltar que um efeito colateral comum dessa cirurgia é a ejaculação retrógrada. Isso significa que, em vez de ejacular normalmente pela uretra, o sêmen acaba sendo direcionado para a bexiga e expelido durante a urina. Embora a sensação de orgasmo seja preservada, a ejaculação em si não ocorre da forma tradicional. Já no caso da cirurgia para câncer de próstata, o cenário é mais delicado. A remoção da glândula, juntamente com as vesículas seminais, pode comprometer a produção do sêmen e resultar em ausência de ejaculação. Além disso, a prostatectomia radical pode envolver a manipulação de nervos importantes para a ereção, aumentando as chances de disfunção erétil. Essa possibilidade de complicação depende de vários fatores, incluindo o grau de invasão do câncer e a necessidade de remoção de estruturas adjacentes. Em muitos casos, os nervos responsáveis pela ereção podem ser danificados, o que pode levar a dificuldades permanentes de ereção. A disfunção erétil após a prostatectomia radical é bastante comum, com estudos indicando que entre 25% e 80% dos homens podem enfrentar dificuldades. No entanto, os resultados variam conforme o tratamento e a saúde geral do paciente. Alguns homens conseguem manter ereções com a ajuda de medicamentos como o Tadalafil, enquanto outros podem precisar de injeções no pênis. Em casos mais graves, a prótese peniana pode ser necessária para restaurar a função erétil. Além dos aspectos da ereção, o impacto psicológico também deve ser considerado. A perda da função sexual pode afetar a autoestima e o relacionamento do paciente com seu parceiro. Por isso, é essencial que o paciente compreenda as possibilidades antes de optar por qualquer procedimento. A tecnologia moderna, como a cirurgia robótica, tem proporcionado melhores resultados na preservação dos nervos e, consequentemente, das funções erétil e ejaculatória. Contudo, mesmo com essas inovações, é fundamental que o paciente esteja ciente das potenciais complicações e converse abertamente com o médico sobre suas expectativas. Ficou interessado e deseja saber mais sobre o assunto? Assista ao vídeo até o final!!! Curtam e compartilhem!!! • Amolece no meio da relação sexual, quero q... Consultas, palestras e eventos: (49) 34255919 / (49) 34255939 WhatsApp do Consultório: (49) 89007397 Veja assuntos no meu blog: http://www.drlucasgomes.com.br/blog